Brasil

Acusado de matar namorada confessa crime e sai livre em Sorocaba

Agência Estado
postado em 29/10/2018 20:27
O jovem acusado de matar a namorada de 17 anos a facadas no sábado, 27, em Sorocaba, no interior de São Paulo, apresentou-se à polícia nesta segunda-feira, 29, confessou o crime e continuou em liberdade. Ele foi beneficiado pela lei eleitoral que proíbe prisões nas 48 horas seguintes após o pleito, salvo em caso de flagrante. Jackson da Silva dos Santos foi à delegacia da Polícia Civil em Votorantim, cidade em que mora, acompanhado da família e de um advogado. Ele foi advertido de que deverá ter a prisão decretada assim que vencer o prazo de imunidade eleitoral. O corpo de Geovanna Crislaine Soares da Silva foi encontrado com ferimentos à faca, em uma rua do bairro Caputera, região de chácaras, em Sorocaba. O acusado fugiu, deixando o carro próximo do local, o que facilitou sua identificação. Ele alegou que tinha ido buscar a jovem no trabalho, quando os dois começaram a discutir. Conforme sua versão, em um gesto de ciúme, a garota pegou o celular dele e jogou fora do carro. Ele revidou agredindo-a com facadas. Jackson se disse arrependido, mas foi indiciado por feminicídio - homicídio qualificado pela condição do gênero. O corpo de Geovanna foi enterrado nesta segunda em Votorantim. Assassinado O entregador de panfletos Jonata Paulo Cordeiro, de 31 anos, foi morto com um golpe de faca pela sua mulher, Gleicylene Lopes dos Santos, de 26 anos, nesta segunda, em Matão, no interior paulista. Conforme a Polícia Civil, a mulher alegou ter agido em legítima defesa dela e de um filho do casal, de 7 anos, que eram agredidos pelo homem. Depois espancar Gleicylene com socos que resultaram em fratura no nariz, ele pegou uma faca e a golpeou no braço e nas costas. A mulher teria revidado com outra faca, atingindo-o no tórax. Jonata foi socorrido, mas não resistiu. A criança, que não se feriu, pediu ajuda aos vizinhos. A mulher foi levada para o Hospital Fernando Malzoni e permanecia internada. Ela será ouvida pela Polícia Civil quando receber alta.

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