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Correio Braziliense

Bolsonaro lamenta morte de 1º policial no RJ em 2019; PM procura assassinos

Uma operação policial está sendo realizada ao longo do dia, em comunidades da zona norte do Rio de Janeiro, para encontrar os responsáveis pelo crime.


postado em 06/01/2019 11:06 / atualizado em 06/01/2019 13:46

(foto: Evaristo SA/AFP)
(foto: Evaristo SA/AFP)

 

O presidente Jair Bolsonaro lamentou hoje em sua conta no Twitter o assassinato do policial militar Daniel Henrique Mariotti, morto na noite deste sábado, (5/1). Primeiro policial morto este ano, Mariotti foi ferido na cabeça em combate durante uma ação na Linha Amarela, quando criminosos armados tentavam assaltar motoristas. Ele foi atingido quando tentou impedir o assalto. O PM não resistiu aos ferimentos e morreu durante a noite no Hospital Federal de Bonsucesso (HFB). Bolsonaro enviou seu pesar à família da vítima. 


"A caça aos agentes de segurança e o massacre dos cidadãos de bem sempre foram tratados como números", escreveu o presidente. Ele afirmou que a lei deve propiciar "garantias para que o bem vença o mal".

 

   


O governador do Rio, Wilson Witzel, também se manifestou por meio da sua assessoria de imprensa e prometeu investigar o caso com todo rigor e não esmorecer no combate ao crime em todo do Rio de Janeiro.

"O Rio de Janeiro acaba de perder mais um herói nesta guerra contra os terroristas nas ruas do nosso Estado. Quero manifestar meu mais profundo pesar pelo assassinato do soldado PM Mariotti e minhas condolências à família. Que Deus o abençoe e o receba. Como governador, a morte de um policial é como perder um filho. Vamos investigar este caso com todo o rigor e não vamos parar o combate ao crime até devolvermos a paz ao Estado", disse o governador em nota.

O enterro de Marrioti será realizado neste domingo (6/1), às 16h30, no Jardim da Saudade, em Sulacap. De acordo com a Polícia Militar do RJ, em 2017 e 2018 foram mortos 146 e 92 policiais, respectivamente.

 

Operação 

Uma operação policial está sendo realizada ao longo do dia, em comunidades da zona norte do Rio de Janeiro, para encontrar os responsáveis pelo crime. 

 

 

 

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