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Correio Braziliense

Gabinete de crise se reúne pela 2ª vez para analisar situação de Brumadinho

Nenhum ministro falou com a imprensa após a segundo encontro da equipe. Eles analisam, de longe, o estrago deixado na cidade mineira


postado em 28/01/2019 11:44 / atualizado em 28/01/2019 11:47

Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, comandou reunião para avaliar situação em Brumadinho(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, comandou reunião para avaliar situação em Brumadinho (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

 
Apesar do governo federal ter instaurado um gabinete de crise para se reunir e acompanhar os desdobramentos do rompimento da barragem em Brumadinho (MG), nenhum ministro falou com a imprensa na manhã desta segunda-feira (28/1), após a segunda reunião da equipe. Eles analisam, de longe, o estrago deixado na cidade mineira.  

O encontro durou cerca de três horas. Teve início às 8h e terminou por volta das 11h, no Palácio do Planalto. Comandada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, participaram da reunião cinco ministros: Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral), general Santos Cruz (Secretaria de Governo), Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional), almirante Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Fernando Azevedo (Defesa).

A primeira reunião do comitê ocorreu no sábado (26/1), um dia depois do rompimento da barragem. Onyx conversou com Santos Cruz e Gustavo Canuto. Canuto passou o domingo (27/1) reunido com técnicos e diretores da Agência Nacional de Águas (ANA) para analisar a situação em Minas Gerais, inclusive as condições da barragem 6, que chegou a provocar evacuação de áreas próximas, e discutir o que deve ser feito para que novos rompimentos sejam evitados.

Até o momento, há a confirmação de 60 mortos com o rompimento da barragem. Desses, 19 foram identificados. Entretanto, de acordo com a Defesa Civil, há outras 292 pessoas que estão desaparecidas. Entre as vítimas, estão funcionários da empresa, moradores e turistas que visitavam a região, que abriga o museu Inhotim, referência no país. Após o rompimento, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto que criou o Conselho Ministerial de Supervisão de Respostas a Desastre. 

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