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Correio Braziliense

Sirene na barragem da mina Gongo Soco, em MG, foi preventiva, diz Vale

Empresa destacou aidna que a Barragem Sul Superior é uma das dez barragens a montante inativas remanescentes e faz parte do plano de descaracterização anunciado pela empresa


postado em 23/03/2019 12:31 / atualizado em 23/03/2019 12:35

(foto: Leo Tavares/Divulgação - 22/02/2008)
(foto: Leo Tavares/Divulgação - 22/02/2008)
 

A mineradora Vale afirmou, em nota, que o acionamento da sirene de alerta que cobre a Zona de Autossalvamento (ZAS) da Barragem Sul Superior da mina Gongo Soco, em Barão de Cocais (MG), foi um reforço de medida preventiva, já que a evacuação da área próxima à barragem foi realizada em 8 de fevereiro. O alerta aconteceu na noite de ontem, como parte do protocolo nível 3 do Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM). 


"Essa medida preventiva se faz necessária tendo em vista o fato de o auditor independente ter informado a condição crítica de estabilidade da barragem", argumentou a Vale. A companhia reiterou que continua adotando uma série de medidas preventivas para aumentar a condição de segurança das estruturas.

A Vale ainda destacou que a Barragem Sul Superior é uma das dez barragens a montante inativas remanescentes e faz parte do plano de descaracterização anunciado pela empresa.

Em nota, a prefeitura de Barão de Cocais informou, ontem, que não havia sinais de rompimento na barragem da mina Congo Soco. A Defesa Civil do Estado foi encaminhada ao local para acompanhar os trabalhos que já estavam sendo realizados pela Defesa Civil municipal. Ainda segundo a prefeitura, a eventual elevação do nível de risco será noticiada.

Em 8 de fevereiro, o processo de evacuação de moradores de áreas próximas a esta barragem da Vale contou com a retirada de 500 pessoas de suas casas.

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