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Correio Braziliense

Correio Braziliense é finalista do Prêmio República com duas reportagens

Matérias finalistas, de Ana Paula Lisboa e Leonardo Cavalcanti, abordam a inclusão no mercado de trabalho e as fake news. Prêmio é concedido pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR)


postado em 11/04/2019 15:22 / atualizado em 11/04/2019 16:36

As matérias do Correio finalistas no Prêmio da República(foto: Correio Braziliense/Reprodução)
As matérias do Correio finalistas no Prêmio da República (foto: Correio Braziliense/Reprodução)
Duas reportagens do Correio estão entre as finalistas do Prêmio República, promovido pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). As séries Batalha pela inclusão, da repórter Ana Lisboa, e Memória de mercenários, do editor Leonardo Cavalcanti, concorrem na categoria jornal impresso.

 

O prêmio é uma das maiores distinções do Judiciário e da imprensa do Brasil, quando são escolhidos os melhores trabalhos nas categorias — Ministério Público, Advocacia de Direitos Coletivos, Jornalismo e Responsabilidade Social — e tem a missão de integrar os principais elementos da luta pela cidadania e pelos direitos humanos


reportagem Batalha pela inclusão, de autoria de Ana Paula Lisboa, trata da situação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho: falta muito para que elas tenham plena inserção no mundo profissional. A reportagem revela que autoridades trabalhistas, como representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT), esperam que a supervisão mais severa com relação à lei de cotas, a norma que obriga empresas terceirizadas a cumprirem a legislação e a fiscalização da acessibilidade nos ambientes corporativos sejam capazes de mudar a atual realidade no país.

reportagem investigativa Memórias de mercenários, escrita por Leonardo Cavalcanti e publicada pelo Correio Braziliense ao longo de 2018, desvendou o processo de produção das fake news a partir de relatos dos próprios autores. Três desses produtores, com garantias de anonimato, revelaram como funciona as engrenagens de uma campanha eleitoral. Revelou-se pela primeira vez o lado obscuro das fake news, criadas para enganar o eleitor. Mais de 50 personagens — entre políticos, juristas, integrantes do Ministério Publico e policiais — foram entrevistados. 

Concorrem com as reportagens do Correio na categoria Impresso os trabalhos Chagas: a vida após o barbeiro, de Antonio Melquiades Junior, publicada pelo Diário do Nordeste, e Lava Jato recupera 1/3 do rombo máximo estimado na Petrobras, de Ana Luiza Albuquerque, da Folha de S.Paulo.
 
*Estagiária sob supervisão de Humberto Rezende 

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