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Correio Braziliense

Vídeo mostra personal trainer dando socos e pontapés na namorada em Goiânia

Agressões ocorreram em agosto, mas imagens só foram divulgadas agora. Murilo de Morais foi preso em flagrante


postado em 18/09/2019 12:00 / atualizado em 18/09/2019 15:29

(foto: Reprodução)
(foto: Reprodução)
O juiz  Jesseir Coelho de Alcântara, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), decidiu manter preso o personal trainer Murilo de Morais, que foi detido em flagrante em 28 de agosto agredindo a namorada, em Goiânia. A decisão ocorreu nessa terça-feira (17/9), mesmo dia que foi divulgado um vídeo (veja abaixo, as imagens são fortes) das agressões. 

Nas imagens, o casal está dentro de um veículo. A mulher — que foi identificada apenas como veterinária — desce do veículo pela porta do motorista e, em seguida, o homem desembarca pelo lado do passageiro e vai atrás dela. Murilo aparenta questioná-la e os dois caminham em direção ao veículo. Nesse momento começa a violência.


O personal dá um soco que derruba a vítima. Mesmo com ela caída, as agressões continuam com vários pontapés. Ele para por um instante, pega a bolsa dela do chão, joga no rosto da veterinária e volta a acertá-la com uma sequência de socos. O agressor só para quando pedestres aparecem pelo local.
 

Entre eles estava um policial civil que, nas imagens, aponta a arma para o homem. Mesmo assim, o agressor não se rende e caminha pelo local. Até um certo momento que ele volta a se aproximar da vítima e o agente de segurança dá um disparo para o alto. Murilo, então, tenta fugir, mas acaba preso.

 

Caso na Justiça 

O inquérito policial do caso já foi concluído e encaminhado à Justiça. O Correio procurou o TJGO, mas a princípio o órgão disse que não poderia passar nenhuma informação porque o caso tramita em segredo de Justiça. Mais tarde, o órgão corrigiu a informação.

Na decisão que manteve a prisão de Murilo, o juiz ressalta que contra ele pesa que ele já respondeu processo de injúria e ameaça contra uma outra mulher, mas que o caso foi arquivado.
 

Ainda de acordo com Alcântara, a defesa do acusado não apresentou nenhum fato que justificasse a revogação da prisão. “Que encontra-se devidamente fundamentada, com base nos requisitos legais”, diz. De acordo com ele, a soltura de Murilo "constitui perigo à sociedade e à própria vítima".

Veja o vídeo (as imagens são fortes) 

 

 

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