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Correio Braziliense

Contra fraudes, MEC padroniza a emissão de carteirinha estudantil

Antes da criação do sistema, os documentos eram fornecidos por entidades estudantis a uma taxa de R$ 35, entre elas a União Nacional dos Estudantes e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas


postado em 22/10/2019 06:00

(foto: Fernando Lopes/CB/D.A Press)
(foto: Fernando Lopes/CB/D.A Press)
A Carteira de Identificação Estudantil (CIE), documento que permite benefícios como a meia-entrada em eventos, agora será padronizada, conforme portaria do Ministério da Educação (MEC), publicada nesta segunda-feira (21/10), no Diário Oficial da União. Os dados dos estudantes integrarão o Sistema Educacional Brasileiro (SEB), que subsidiará a formulação de políticas públicas e para a expedição do documento gratuitamente.

A padronização visa facilitar o reconhecimento do usuário, além de evitar fraudes na emissão e utilização. O MEC estabelece critérios para o documento, como as informações que devem ser apresentadas e quais os procedimentos para a emissão e validação, além do padrão de características físicas para a CIE física. No caso das carteirinhas digitais, é necessária a certificação do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira.

Para garantir o benefício, os estudantes devem estar matriculados e apresentar no documento dados como o nome completo, foto recente, CPF e data de nascimento. A CIE perderá a validade quando se desvincular do estabelecimento de ensino cadastrado no SEB.

Antes da criação do sistema, os documentos eram fornecidos por entidades estudantis a uma taxa de R$ 35, entre elas a União Nacional dos Estudantes e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas. O SEB não impede que elas continuem fornecendo.

 

*Estagiária sob a supervisão de Fabio Grecchi 

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