O prefeito sustentou que as medidas não são de enfrentamento à população, mas à Covid-19. Questionado sobre as divergências de decisões entre o governador de Minas, Romeu Zema (Novo) e o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), Kalil disse que “não está pregando no deserto”.
“Minha equipe não me deixa sozinho e me sinto muito bem pelo que estou falando. Não fui eleito para agradar ou desagradar governador ou presidente”, disse o prefeito, que também lembrou dos tempos de gestor desportivo. “Quando mexi com futebol criei o maior centro científico esporte do país. Sou um amante da ciência. A coleção de ‘caneco’ que ‘enfiei’ foi graças à ciência.”