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Brasil registra 204 novas mortes por Covid-19 pelo segundo dia seguido

Em 24 horas, o incremento foi de 13% no número de óbitos e 12% no montante de infectados, com 3.058 novos registros

Bruna Lima, Maria Eduarda Cardim
postado em 15/04/2020 16:39
Em 24 horas, o incremento foi de 13% no número de óbitos e 12% no montante de infectados, com 3.058 novos registrosO Covid-19 fez 204 novas fatalidades, de acordo com o balanço do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (15/04). O número se iguala ao recorde de ontem e representa um incremento de 13% nos óbitos, que chega a 1.736. Único estado até então sem mortes, Tocantins confirmou o primeiro caso fatal.

A taxa de mortalidade nacional se manteve em 6,1%. Das mortes, quase 788 ocorreram São Paulo, o que significa quase 45% dos casos do país. Em seguida, vem o Rio de Janeiro (265), Ceará (116), Pernambuco (143) e Amazonas (106). Os demais estados ainda não ultrapassaram 100 óbitos.

Os cinco estados com mais óbitos são também os que possuem mais casos confirmados. São Paulo, por exemplo, já confirmou 11.043 casos de Covid-19. O número de casos confirmados em todo o país cresceu e chegou a 28.320 com o incremento de 3.058 novas pessoas infectadas pelo vírus.

[SAIBAMAIS]O Ministério da Saúde já concluiu a investigação de 1.421 óbitos, o que representa 82% do total. O perfil das vítimas segue o mesmo padrão desde o início da análise feita pelo órgão. A maioria das vítimas, são homens (60%), pessoas com mais mais de 60 anos (73%) e apresentam pelo menos um fator de risco (73%). A cardiopatia, diabetes e a pneumopatia são as comorbidades mais presentes entre as vítimas da doença.

Das hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), 6.634 são de pacientes com Covid-19. Isso representa 79,5% das internações que já finalizaram as investigações e conseguiram identificar qual vírus afetava o doente. De acordo com o secretário-executivo da pasta, João Gabbardo, 210 leitos de UTI foram habilitados para atender SRAG no Brasil. "Com isso, o ministério pode custear o funcionamento, repassar recursos para os hospitais e gestores municipais para contratar enfermeiros, médicos e insumos necessários", explicou.

Aguarde mais informações.







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