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Correio Braziliense

Brasil recebe 15 milhões de máscaras importadas da China

Equipamentos chegaram no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. País enfrenta dificuldades, contudo, para comprar respiradores


postado em 11/05/2020 17:38 / atualizado em 11/05/2020 17:48

(foto: Latam Brasil/Divulgação)
(foto: Latam Brasil/Divulgação)
O Brasil recebeu nesta semana um carregamento de milhões de máscaras, em um esforço que envolve o Ministério da Infraestrutura e empresas privadas. Ainda há, contudo, uma dificuldade de obter respiradores que afeta vários estado. Existe uma discussão sobre a necessidade de se criar uma base industrial para equipamentos de saúde, de forma a reduzir a dependência chinesa.

O primeiro voo com equipamentos para combate à covid-19 pousou no domingo (10/5) no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. O segundo carregamento chegou na segunda-feira (11/5), também em Guarulhos. As 15 milhões de máscaras triplas pesam cerca de 53 toneladas. 

O Ministério da Infraestrutura é responsável pela operação especial para trazer da China 960 toneladas de máscaras cirúrgicas e N95 compradas pelo Ministério da Saúde. Em nota, a pasta explica que “os equipamentos de proteção serão distribuídos aos estados. O MInfra vai fretar mais de 40 voos da Latam para trazer 240 milhões de máscaras ao país. Também está apoiando estados e prefeituras na logística e distribuição de equipamentos”.

Uma das empresas privadas que estão apoiando o ministério é a Latam Airlines Brasil. Além da parceria logística e o apoio na distribuição de itens médicos nos estados brasileiros, a companhia aérea também está transportando profissionais de saúde envolvidos no combate à pandemia, com isenção total da tarifa aérea. 

O objetivo da Latam com a iniciativa é facilitar o acesso dos profissionais aos locais mais impactados. Dentro do Brasil, a Latam também segue contribuindo para o abastecimento dos estados com o transporte dos itens de combate à covid-19. Desde 15 de março, já foram realizados mais de 130 voos para o transporte de cerca de 600 toneladas de materiais como medicamentos, testes, álcool em gel, máscaras, luvas, termômetros, respiradores e doações de alimentos.

*Estagiários sob supervisão de Fernando Jordão

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