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Correio Braziliense

Fraudadores do auxílio emergencial terão de se explicar ao MPF

Plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou o envio do nome dos fraudadores do auxílio emergencial para o Ministério Público Federal


postado em 01/07/2020 17:42 / atualizado em 01/07/2020 17:49

(foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)
(foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)
As pessoas que fraudaram o auxílio emergencial, para receber irregularmente a ajuda de R$ 600 por mês durante a pandemia, devem virar algo de investigação do Ministério Público Federal. Segundo Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), o plenário do órgão aprovou, nesta quarta-feira (1/7), o envio do nome dos fraudadores para o MPF.

"O Plenário do @TCUoficial acaba de determinar que os NOMES dos espertalhões que FRAUDARAM o auxílio emergencial de R$ 600 sejam encaminhados ao  @MPF_PGR para avaliação de suas responsabilidades no âmbito penal", escreveu Dantas no Twitter.



620 mil pessoas receberam sem direito

Relatório feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que o auxílio emergencial, criado para ajudar pessoas de baixa renda durante a pandemia da covid-19, foi pago para 620 mil pessoas que não tinham direito ao benefício. Segundo os dados que constam no documento, se o repasse do dinheiro destinado a essas pessoas não for interrompido, o prejuízo para os cofres públicos pode chegar a R$ 1 bilhão.

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