Cidades

Juiz decide dar guarda provisória de menina molestada à família brasiliense

postado em 10/05/2010 17:00
Em audiência realizada nesta segunda-feira (10/5), o juiz da 1; Vara de Família de Taguatinga colocou mais um capítulo na história da menina abusada pelo padrasto no Paraguai. João Luis Zorzo, o julgador no processo, decidiu dar a guarda provisória da garota de 10 anos à família brasiliense - o irmão e a tia - , moradores de Vicente Pires. A posse ficará com os brasilienses até a conclusão do processo.

A decisão agora é por investigar a mãe, que seria alcoólatra e viciada em drogas, segundo informações da polícia. O caso segue na justiça, podendo se desenrolar para um final feliz para a vítima e seus familiares do DF: a concessão da guarda definitiva, não mais provisória emergencial.

[SAIBAMAIS]Entenda o caso
O Correio publicou com exclusividade, na última sexta-feira (7/5), a história da menina. Desde os 6 anos, ela morava em um sítio em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia que faz fronteira com Ponta Porã (MS), com a mãe e o padrasto.

A menina mudou-se para lá depois da morte do pai, que era brasileiro, em um acidente de moto. Logo que passou a conviver com o padrasto, passou a sofrer sucessivos maus-tratos e foi obrigada a fumar maconha e ingerir bebida alcoólica. Em uma das agressões, a jovem teve o antebraço tatuado, com uso de agulhas, contra a própria vontade. Ela atribui a autoria de todos os abusos ao marido da mãe.

Tags

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação