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Transporte público ineficiente faz brasiliense recorrer ao carro de passeio

Usar o transporte público implica riscos de toda natureza na capital do país. É rotina ônibus pegar fogo com passageiros no Distrito Federal, assim como veículos quebrados, atrasados ou que não passam pelo ponto. Drama é enfrentado por 1 milhão de pessoas, que aguardam a renovação da frota por meio da licitação iniciada na última sexta-feira pelo governo local. A precariedade do sistema leva a população a recorrer cada vez mais a veículos de passeio. O resultado é o aumento de congestionamentos, mais poluição e menos vagas de estacionamento.

A matemática é simples. Um coletivo transporta 70 pessoas, em média, e ocupa 13 metros de asfalto. Com capacidade para cinco ocupantes, os carros circulam com 1,5 passageiro, em média. Para levar a mesma quantidade de gente que um ônibus, são necessários pelo menos 46 carros. Enfileirados, eles ocupam 175 metros de asfalto, espaço 13,6 vezes maior que o de um veículo de transporte público (veja arte). Para a sociedade, a troca do transporte de massa pelo individual é um prejuízo para os governos, para o meio ambiente e para a qualidade de vida de todos.

A matéria completa você lê na edição impressa do Correio Braziliense desta segunda-feira (5/2).