O carro, porém, não parou e os manifestantes não foram ouvidos. Os funcionários queriam que Agnelo descesse do veículo para conversar pessoalmente sobre as propostas de reivindicação da categoria como o fim da terceirização e melhores condições de trabalho.
No fim da tarde, a secretaria de comunicação do GDF informou, por meio de nota, que o veículo fazia parte de um comboio utilizado pelo governador e por outras autoridades do executivo. Esclareceu, no entanto, que Agnelo não estava dentro do carro no momento em que o automóvel foi cercado. "Quando o governador saiu do evento, não teve seu carro parado, nem abordado por manifestantes", informou o comunicado.