postado em 14/10/2013 06:05
Enquanto hoje, o Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) consegue garantir que os acusados de crimes dolosos contra a vida sejam julgados em tempo razoável, a história mostra que nem sempre foi assim. Alguns casos, além de marcarem a capital pela crueldade, ficaram na memória dos brasilienses pelo tempo que demoraram a ser concluídos e ajudaram a consolidar um estigma que, por muito tempo, acompanhou a Justiça: a morosidade.Quase 25 anos. Esse foi o tempo que o Ministério Público do DF e Territórios teve de aguardar para levar a julgamento um homem acusado de sequestrar, asfixiar, dar 19 facadas e um tiro na cabeça da ex-namorada. A estudante Thaís Muniz Mendonça morreu na tarde de 10 de junho de 1987, depois de sair da Universidade de Brasília, onde cursava letras. O corpo da vítima foi encontrado, dois dias depois, pelo Corpo de Bombeiros, quando homens apagavam um incêndio em meio ao cerrado, próximo à 415 Norte. Investigação policial apontou Marcelo Bauer, então com 21 anos, como autor do homicídio. Em 11 de outubro de 1989, após receber denúncia do MP, a Justiça pronunciou o rapaz como réu.
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