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Estado de Minas

Operação de guerra para o Caldas Country contará até com helicóptero

Governo monta operação de guerra e reforça policiamento para evitar a repetição dos distúrbios de 2012


postado em 15/11/2013 07:20 / atualizado em 15/11/2013 15:06

Grupo de 57 pessoas deixou Brasília, na tarde de ontem, rumo à cidade goiana. A maioria é veterana nas edições do Caldas Country(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
Grupo de 57 pessoas deixou Brasília, na tarde de ontem, rumo à cidade goiana. A maioria é veterana nas edições do Caldas Country (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

O governo de Goiás montou uma operação de guerra para a 8ª edição do festival de música sertaneja Caldas Country, que acontece hoje e amanhã, em Caldas Novas, a 300km de Brasília. A Polícia Militar escalou 3 mil homens para atuar no patrulhamento ostensivo do município, além de 30 policiais civis e cinco delegados. Um helicóptero também é usado na segurança das principais vias de acesso à cidade, como a BR-153 e a GO-213. Oito câmeras de segurança foram instaladas nas ruas de maior concentração dos foliões. No ano passado, o evento ficou marcado por cenas de sexo, violência e vandalismo, três pessoas terminaram mortas (leia Memória).

O comandante da Operação de Segurança na cidade, coronel Queiroz, afirma que o aumento do efetivo de militares corresponde à magnitude do evento. “Estamos preparados para atender a demanda de turistas na região. É um evento de grande porte e os 110 policiais militares do município não dariam conta do serviço. Com o aumento de quase 100% do efetivo esperamos não ver as cenas registradas em 2012”, afirmou .

Os organizadores da festa esperam 100 mil pessoas nos dois dias do evento, o que representaria um aumento de quase 43% no contigente populacional da cidade, estimada em 70 mil habitantes. Em uma rede social, o prefeito de Caldas Novas, Evandro Magal, disse ter assinado um decreto impedindo que os secretários, chefes de gabinetes e servidores do primeiro escalão da prefeitura se ausentassem das cidade durante o evento. “Todos deverão ficar 24 horas com os celulares ligados para atender a eventualidades e emergências”, informou Magal.

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Assista à reportagem da TV Brasília


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