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Estado de Minas

Fazenda Sucupira é um polo científico e tecnológico no DF

Localizada a 35km do Plano Piloto e administrada pela Embrapa, é um polo onde são feitos trabalhos bem-sucedidos de clonagem e produção in vitro de animais ameaçados de extinção


postado em 07/09/2014 08:06

O pesquisador Eduardo Melo, da equipe de reprodução, lembra que o centro virou referência nacional depois de produzir um clone bovino(foto: Oswaldo Reis/Esp. CB/D.A Press)
O pesquisador Eduardo Melo, da equipe de reprodução, lembra que o centro virou referência nacional depois de produzir um clone bovino (foto: Oswaldo Reis/Esp. CB/D.A Press)

O Campo Experimental Sucupira Assis Roberto de Bem, mais conhecido como Fazenda Sucupira, está localizado a cerca de 35km do Plano Piloto. É um recanto da natureza e polo cientifíco e tecnológico no meio da cidade. Nas proximidades do Riacho Fundo, a fazenda de 1,8 mil hectares, cercada de aglomerações urbanas, é um dos locais onde são realizados os estudos genéticos e de biotecnologia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

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O espaço pertence ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e, entre o fim da década de 1980 e o início da década de 1990, foi cedido à Embrapa por meio de comodato, passando a ser de responsabilidade e uso da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargem). O contrato é renovável e, desde então, diversas pesquisas vêm sendo realizadas no local, que já se tornou referência no Brasil e no exterior. Entre os projetos que se destacam, estão os trabalhos de reprodução animal e de preservação e conservação de espécies domésticas que correm riscos de extinção.

O pesquisador Eduardo Melo, que faz parte da equipe de reprodução, explica que a área engloba os estudos de produção in vitro, clonagem e de fisiologia reprodutiva de fêmeas e machos. O Laboratório de Reprodução Animal, localizado na fazenda, foi o primeiro a produzir um clone bovino: a vaca da raça Cimental que ficou conhecida como Vitória e morreu, de causas naturais, aos 10 anos de idade. “Isso foi um verdadeiro marco, que nos posicionou como pioneiros na área”, afirma Eduardo.

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