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Estado de Minas

Escolas particulares podem ter aumento de até 17% nas mensalidades

Instituições começam a decidir o reajuste da anuidade para 2015. Em alguns estabelecimentos, a correção deverá superar o dobro da inflação acumulada em 12 meses


postado em 23/09/2014 06:00 / atualizado em 22/09/2014 23:18


Luiz Cláudio Megiorin, presidente da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do DF (Aspa)(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)" title=""As escolas estão reajustando acima da inflação, com uma gordurinha. Vamos ficar de olho para que elas não ultrapassem muito, se necessário, vamos acionar a Justiça"

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"As escolas estão reajustando acima da inflação, com uma gordurinha. Vamos ficar de olho para que elas não ultrapassem muito, se necessário, vamos acionar a Justiça"

Luiz Cláudio Megiorin, presidente da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do DF (Aspa)
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

O aumento das mensalidades escolares começa a preocupar pais e responsáveis que têm filhos matriculados nas instituições privadas do Distrito Federal. Embora o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do DF (Sinepe) ainda não tenha divulgado o percentual médio de aumento, um levantamento feito pelo Correio com as principais redes de ensino mostra que o incremento para 2015 pode chegar a 17,5%, mais que o dobro da inflação acumulada nos últimos 12 meses (6,51%).

O ensino médio pesará mais no bolso no próximo ano letivo. Nessa modalidade, de acordo com o levantamento feito pelo Correio, os reajustes variam, em sua maioria, acima do índice inflacionário. Para o ensino fundamental, as médias oscilam de 2,9% a 12,8%. Atualmente, o DF conta com 482 colégios particulares.

A inflação e as incertezas econômicas são as justificativas dos estabelecimentos privados para o aumento acima da meta inflacionária. “As escolas estão estimando os valores. O ensino particular é o único serviço que precisa fixar o preço 16 meses antes da conclusão da prestação de serviço. Para este ano, que a economia está sendo segurada artificialmente pelo governo, fica difícil prever os reajustes. Ano que vem, tudo pode mudar”, afirma Fátima Franco, presidente do Sinepe-DF. Ela explica que o sindicato não fixa percentual de aumento para as escolas, cabe à instituição instruir sobre como elaborar as planilhas de custos.

Colaborou Nathália Cardim


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