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Estado de Minas

Sai o jaleco, entra o gorro vermelho: emoção marca fim de ano em hospitais

Acostumados a ter enfermeiros e médicos como as maiores companhias, crianças e até adultos internados em unidades de saúde do DF recebem visitas que tornam o período de festas menos solitário


postado em 24/12/2014 06:06

Victor espera por transplante: visita do zagueiro Lucio emocionou o garoto(foto: Arquivo da família)
Victor espera por transplante: visita do zagueiro Lucio emocionou o garoto (foto: Arquivo da família)
 

A alegria chega embrulhada para presente, vestida de gorro vermelho, disfarçada de personagens infantis, embalada em vozes bonitas. No lugar de paredes brancas com detalhes coloridos, o Natal vem aos poucos. Desde 15 de dezembro, o Hospital da Criança de Brasília José Alencar recebe a visita de grupos de teatro, de músicos e do Papai Noel. Uma árvore decorada com desenhos e colagens, feita pelos pacientes, recepciona os que chegam no intuito de proporcionar momentos felizes, cientes de que ali se espera por um presente especial: a saúde. A reação das crianças internadas e de seus parentes mostra que a estratégia dá resultado.

“Já me emocionei muito aqui”, conta Maria de Lourdes Rodrigues, 36 anos, que deixou o emprego de secretária e saiu de Roraima em busca de tratamento para o filho, Ângelo Gabriel Rodrigues, 1 ano e 2 meses. Internado desde o último dia 10, ele faz quimioterapia para combater um tumor alojado em um dos rins. Para mãe e filho, será o primeiro Natal longe da família. “É triste porque ele está doente e só eu e ele estamos aqui, mas fico feliz por ele estar fazendo tratamento e pela forma como somos acolhidos. Médicos e enfermeiras são muito carinhosos”, conta.

Grupo Língua de Trapo: teatro e música na programação pré-natalina(foto: Hospital da Criança de Brasília/Divulgação)
Grupo Língua de Trapo: teatro e música na programação pré-natalina (foto: Hospital da Criança de Brasília/Divulgação)

Maria de Lourdes e o filho assistiram às apresentações de Natal e Ângelo se encantou com a visita do Papai Noel. “Ele é muito pequeno, mas percebe o ambiente hospitalar. As comemorações são boas porque fazem a gente se esquecer dos problemas”, completa.

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