Cidades

TJ determina retorno de servidores da saúde que atuam em farmácias públicas

O desembargador Angelo Passareli, da 1ª Câmara Cível, autorizou o corte do ponto e envio de nomes dos funcionários faltosos ao Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT)

postado em 24/10/2015 17:33
O desembargador Angelo Passareli, da 1ª Câmara Cível, autorizou o corte do ponto e envio de nomes dos funcionários faltosos ao Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT)

Os servidores da saúde responsáveis pelas farmácias públicas especializadas precisam voltar ao trabalho ainda neste sábado (24/10). A decisão é do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) que na sexta-feira (23/10) exigiu o fim da paralisação do serviço. O desembargador Angelo Passareli, da 1; Câmara Cível, autorizou o corte de ponte e envio de nomes dos funcionários faltosos ao Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) para avaliação de eventual prática de crime.
A Procuradoria-Geral do Distrito Federal entrou com petição, na sexta-feira (23), para restabelecimento do serviço. Segundo o magistrado, a volta deve ser imediata mesmo que ;em horário e dia em que não haveria expediente;. Os servidores ainda precisam, até o fim do mês, atender à demanda reprimida durante a greve. Segundo a determinação, os custos pelo trabalho de hora-extra terão de ser arcados pelo governo local.
O desembargador considerou que, apesar do direito de greve, já existe decisão judicial que considera a paralisação ilegal. De acordo com o Governo do Distrito Federal (GDF), o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde (SindSaúde), intimado no parecer, foi notificado no início da tarde deste sábado (24).
O Correio tentou falar com a presidente Marli Rodrigues, mas não conseguiu contato.

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