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Estado de Minas

Sinais de rede wi-fi pública do DF são instáveis ou inexistentes

O Correio percorre os principais pontos da área central de Brasília; na maioria dos casos, os internautas reclamam de lentidão. GDF tem projeto para expandir o serviço


postado em 22/11/2015 08:10 / atualizado em 22/11/2015 09:22

Luzia trabalha na Rodoviária do Plano Piloto e reclama da lentidão da rede:
Luzia trabalha na Rodoviária do Plano Piloto e reclama da lentidão da rede: "No fim de semana, é mais rápido" (foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)


A internet é descrita por especialistas como um meio democrático de acesso à informação. Contudo, quando se trata do alcance à população, ainda falta muito para que o benefício da tecnologia seja, de fato, pleno. Como uma melhoria para a Copa do Mundo, o governo anterior iniciou, em maio do ano passado, a instalação de equipamentos para disponibilizar a internet sem fio em pontos centrais de Brasília. Por isso, antenas foram colocadas no Estádio Nacional Mané Garrincha, na Rodoviária do Plano Piloto, na Torre de TV e no Parque da Cidade. Na semana passada, o Correio esteve nesses locais para verificar o funcionamento da rede wi-fi e constatou que, mais de um ano após a iniciativa, a internet pública ainda deixa a desejar. .

A primeira tentativa de conexão ocorreu no Parque Nicolândia. Do estacionamento até os brinquedos, houve vaivém da rede. Na tela do smartphone, se mostrava constante a busca pelo acesso. Em outro ponto da área de lazer, no antigo Pedalinho, a opção nem sequer estava disponível. Poucos metros adiante, na Praça Eduardo e Mônica, a situação se repetia. Perto dali, no estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha, a rede aparecia, mas acompanhada do aviso “não foi possível conectar-se”. Após 15 minutos de tentativas constantes, houve êxito uma vez, mas não demorou muito para que o sinal sumisse novamente.

A terceira parada foi na Torre de TV. Na feira de artesanato, o serviço ganhou elogios dos comerciantes. “Desconheço qualquer problema. Usamos normalmente para baixar vídeo, enviar e-mail, o dia inteiro, pelo wi-fi”, conta Sandro Castro, dono de uma loja de roupas. A satisfação, no entanto, muda à medida que o visitante caminha pelo espaço. Quem quiser fotografar a vista de cima da Torre, por exemplo, subirá as escadas e, assim, se afastará do roteador, instalado bem próximo ao estabelecimento de Sandro. Com isso, a internet para de funcionar e, só quando retornar à feirinha, poderá postar a imagem nas redes sociais.

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