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Estado de Minas

Fechado para reforma, Teatro Nacional de Brasília está há um ano sem obras

Diante da grave crise financeira, a gestão de Rodrigo Rollemberg optou por dar continuidade a projetos que tinham começado na administração anterior e já contavam com previsão orçamentária. A maioria, porém, não chegou a ser finalizado em 2015


postado em 05/01/2016 08:07

O Teatro Nacional Claudio Santoro está de portas fechadas: recuperação deve começar ainda este mês(foto: Diego Ponce de Leon/CB/D.A Press)
O Teatro Nacional Claudio Santoro está de portas fechadas: recuperação deve começar ainda este mês (foto: Diego Ponce de Leon/CB/D.A Press)
 

Em um ano de dificuldade orçamentária e deficit no caixa, apenas as obras que já tinham começado na gestão anterior tiveram continuidade no governo socialista. Nos 12 primeiros meses, o Governo do Distrito Federal (GDF) precisou escolher no que investir para não perder recursos provenientes da União referentes a convênios firmados. Por isso, recuperou parte do que estava paralisado.

 

Como resultado, investiu em infraestrutura de regiões como o Condomínio Sol Nascente, em Ceilândia, Vicente Pires e Buritizinho, em Sobradinho II; resgatou o ex-programa Águas do DF, rebatizado como Drenar Brasília, para minimizar os efeitos da chuva na Asa Norte e em Taguatinga, previsto para ser finalizado em outubro de 2017; assinou contrato de R$ 544 milhões para obras do corredor Eixo-Oeste, que ligará Ceilândia, Taguatinga e Plano Piloto; retomou a construção dos 10km da pista especial do Parque da Cidade, como nova opção para caminhadas e pedaladas; e articulou a obra do túnel rodoviário de Taguatinga.


No Sol Nascente, em Vicente Pires e no Buritizinho, Rodrigo Rollemberg (PSB) focou em obras de urbanização. No Sol Nascente, serão investidos R$ 187 milhões em três trechos. A previsão é de construção de 177,8km de pavimentação e 76,78km de drenagem.


Em Vicente Pires, serão aplicados R$ 467 milhões em urbanização. Em setembro, o governo emitiu ordem de serviço para início das obras da Gleba III, próximo ao Jóquei Clube, e, em 10 de dezembro, emitiu documento que autoriza o início dos trabalhos na Gleba I, que margeia a EPTG e o Pistão Norte. No Buritizinho, pretende-se gastar R$ 37 milhões em infraestrutura.


Segundo o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sinesp), Julio Cesar Peres, um dos pilares principais da pasta é realizar a infraestrutura de áreas mais carentes. “Principalmente agora, com o problema grave das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, faz-se necessário tentar ter um maior número de unidades de esgoto ligadas.” Ele ressaltou, ainda, que o governo descentralizou R$ 50 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Moradia para execução de obras e apartamentos do Sol Nascente.

 

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