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Estado de Minas

Corpo de jovem assassinada é velado no cemitério Campo da Esperança

Uma van do Exército levou a família por volta das 12h40 para o cemitério


postado em 12/03/2016 12:09 / atualizado em 12/03/2016 14:44

Uma van do Exército levou a família por volta das 12h40 para o cemitério, o clima era de muita tensão(foto: Crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)
Uma van do Exército levou a família por volta das 12h40 para o cemitério, o clima era de muita tensão (foto: Crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)

O velório da estudante Louise Maria da Silva Ribeiro começou ao meio dia deste sábado (12/3) no cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. O sepultamento está marcado para às 17h na capela 4. Há uma grande movimentação no local. Há muitos amigos e familiares da jovem e o clima é de grande comoção. A família solicitou que a imprensa não entre na capela.
 
Mais cedo uma van do Exército levou a família por volta das 12h40 para o cemitério, o clima era de muita tensão perto da residência deles na Asa Norte.

O assassino confesso da estudante ainda está na carceragem da Polícia Civil. Ele participaria de uma audiência de custódia na tarde deste sábado mas ela foi suspensa por falta de agentes para conduzir os presos.

Tragédia

O corpo de Louise foi encontrado em um matagal na UnB na manhã dessa sexta-feira (11/3). A estudante de biologia estava desaparecida desde a noite do dia anterior. Segundo a Polícia Militar, um colega de curso confessou o crime e mostrou o local onde o corpo estava, em um matagal próximo a instituição de ensino.
 
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O corpo de Louise foi encontrado em um matagal na UnB na manhã dessa sexta-feira (11/3)(foto: Crédito: Facebook/Reprodução. Louise Ribeiro)
O corpo de Louise foi encontrado em um matagal na UnB na manhã dessa sexta-feira (11/3) (foto: Crédito: Facebook/Reprodução. Louise Ribeiro)
 

A jovem foi vista pela última vez por amigos da UnB, por volta do meio-dia dessa quinta-feira (10/3), quando seguia para o estágio no Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), na L4 Norte. Segundo familiares, ela chegou a entrar em contato por volta das 20h, por telefone, dizendo que iria a uma pizzaria na 404 Sul e depois não deu mais notícias.

O capitão Silva, da Polícia Militar, afirmou que o suspeito confessou ter ligado para a vítima dizendo que ia se matar e que só ela poderia evitar. Eles marcaram um encontro no laboratório de biologia da UnB. Lá, ele usou uma substância química para fazer com que ela desmaiasse. Depois, segundo o relato do autor do crime aos policiais, ele a asfixiou e jogou o corpo em um matagal.
 
Colaborou Ed Alves

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