Isa Stacciarini
postado em 04/04/2016 18:15
Policiais da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord) prenderam na manhã deste domingo (3/4) um casal que transportava 70 quilos de maconha, 4 kg de haxixe e 2 kg de cocaína em um veículo furtado na BR-060, na altura de Engenho das Lages, no Gama. Francelino de Jesus Santos, 32 anos, e Kelli Barbosa Sales, 23, conduziam a mercadoria do Mato Grosso do Sul para ser distribuída em Santa Maria, no Distrito Federal. Toda a carga avaliada chega a R$ 200 mil. Investigadores acompanharam o transporte da carga há uma semana.
Leia mais notícias em Cidades.
Por volta das 7h30 agentes do Núcleo de Operações Especiais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) abordaram o carro na rodovia, um Honda City furtado em 2 de março próximo ao Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. A droga estava em caixas de papelão no porta-mala. A carga não estava escondida. O casal confessou o transporte e disse que cada um receberia R$ 5 mil pelo serviço. ;O quilo de raxixe chega a ser vendido por R$ 20 mil, o de maconha por R$ 1,5 mil e o de cocaína por R$ 1,5 mil. O carro furtado foi empregado no transporte do tráfico, o que revela a interligação do crime com outros atos, como furto, roubo e até homicídio;, explicou o coordenador da unidade especializada, Rodrigo Bonach.
Ao ser abordado por equipe da PRF, o motorista apresentou documentação falsa do veículo e os sinais identificadores estavam adulterados. Durante o depoimento, eles não revelaram quem era dono da carga nem quanto ele pagou pela mercadoria. ;A carga é valiosa e os traficantes contratam transportadores da carga, conhecidos como ;mulas;. O esquema sofisticado renderia muito dinheiro. A droga seria difundida entre traficantes menores e revendida no Distrito Federal e em regiões do Entorno, como Luziânia, Valparaíso e Novo Gama;, esclareceu o delegado.
Segundo Bonach, policiais monitoraram as possíveis rotas onde o veículo poderia passar. Ele explicou, ainda, que dependendo do grau de pureza da substância ela é misturada a outros insumos para ser revendida em pequenas porções, como cafeína e lidocaína conhecidos como anestésicos. ;A mercadoria ingressa pelas regiões de fronteira. Os países da América Latina, como Paraguai, Bolívia e Peru são os maiores produtores de haxixe, maconha, cocaína e pasta base de cocaína. Eles rompem barreiras e entram as nossas apreensões. Quando há integração das forças de segurança há possibilidade de melhores resultados, porque a PRF, por exemplo, age em todo território nacional com unidades especializadas;, destacou.
O casal não reagiu. Francelino já tinha passagens por lesão corporal, ameaça e exercício arbitrário das próprias razões. Agora vai responder por tráfico interestadual de drogas, receptação e uso de documento falso. Pode pegar de 8 a 25 anos de reclusão. Kelli tinha passagem por ameaça e vai responder por tráfico interestadual de drogas, podendo ser condenada de 5 a 15 anos de reclusão. Ambos são consumidores de drogas.
Leia mais notícias em Cidades.
Por volta das 7h30 agentes do Núcleo de Operações Especiais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) abordaram o carro na rodovia, um Honda City furtado em 2 de março próximo ao Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. A droga estava em caixas de papelão no porta-mala. A carga não estava escondida. O casal confessou o transporte e disse que cada um receberia R$ 5 mil pelo serviço. ;O quilo de raxixe chega a ser vendido por R$ 20 mil, o de maconha por R$ 1,5 mil e o de cocaína por R$ 1,5 mil. O carro furtado foi empregado no transporte do tráfico, o que revela a interligação do crime com outros atos, como furto, roubo e até homicídio;, explicou o coordenador da unidade especializada, Rodrigo Bonach.
Ao ser abordado por equipe da PRF, o motorista apresentou documentação falsa do veículo e os sinais identificadores estavam adulterados. Durante o depoimento, eles não revelaram quem era dono da carga nem quanto ele pagou pela mercadoria. ;A carga é valiosa e os traficantes contratam transportadores da carga, conhecidos como ;mulas;. O esquema sofisticado renderia muito dinheiro. A droga seria difundida entre traficantes menores e revendida no Distrito Federal e em regiões do Entorno, como Luziânia, Valparaíso e Novo Gama;, esclareceu o delegado.
Segundo Bonach, policiais monitoraram as possíveis rotas onde o veículo poderia passar. Ele explicou, ainda, que dependendo do grau de pureza da substância ela é misturada a outros insumos para ser revendida em pequenas porções, como cafeína e lidocaína conhecidos como anestésicos. ;A mercadoria ingressa pelas regiões de fronteira. Os países da América Latina, como Paraguai, Bolívia e Peru são os maiores produtores de haxixe, maconha, cocaína e pasta base de cocaína. Eles rompem barreiras e entram as nossas apreensões. Quando há integração das forças de segurança há possibilidade de melhores resultados, porque a PRF, por exemplo, age em todo território nacional com unidades especializadas;, destacou.
O casal não reagiu. Francelino já tinha passagens por lesão corporal, ameaça e exercício arbitrário das próprias razões. Agora vai responder por tráfico interestadual de drogas, receptação e uso de documento falso. Pode pegar de 8 a 25 anos de reclusão. Kelli tinha passagem por ameaça e vai responder por tráfico interestadual de drogas, podendo ser condenada de 5 a 15 anos de reclusão. Ambos são consumidores de drogas.