Publicidade

Correio Braziliense

Músico brasiliense procura flautas furtadas no Clube do Choro

Os instrumentos sumiram depois da apresentação de um músico no último dia 16. Um dos objetos levados pertenceu a Altamiro Carrilho, um dos maiores difusores do estilo no mundo. Não há câmeras de segurança no espaço


postado em 28/07/2016 06:10

Duas das quatro flautas de Sérgio Morais foram levadas, além de partituras, afinadores e microfones (foto: Sérgio Morais/Divulgação)
Duas das quatro flautas de Sérgio Morais foram levadas, além de partituras, afinadores e microfones (foto: Sérgio Morais/Divulgação)


Um músico de Brasília procura dois instrumentos furtados no Clube do Choro de Brasília. Sérgio Morais, 38 anos, teve duas flautas levadas do local. Ele havia esquecido os objetos, mas, ao tentar recuperar, ninguém os havia devolvido à administração do espaço. O drama aumenta pelo significado especial de um dos modelos perdidos — um Contralto em Sol —, que pertenceu a Altamiro Carrilho.

Sérgio havia participado de um show no Clube do Choro no último dia 16. Durante toda a apresentação, a caixa dos instrumentos ficou ao lado do palco. No fim, ele guardou tudo e ajudou uma colega a recolher os pertences. “Levei, primeiramente, uma maleta maior com uma flauta para colocar no carro e deixei a outra maletinha no local. Quando saí, me distraí com amigos e acabei indo para casa. No outro dia, notei que havia esquecido”, contou.

Como o Clube do Choro fica fechado aos domingos e às segundas, Sérgio compareceu lá na terça-feira, quando teve a decepção. Duas flautas e outros acessórios, como partituras, afinadores, microfones e caixas de som portáteis, haviam sumido. “Fiquei com a esperança de alguém ter guardado para mim, até mesmo porque a maleta tem identificação, mas ninguém entrou em contato”. No local, não há câmeras de vigilância.

O presidente do Clube do Choro de Brasília, Reco do Bandolim, lamentou o fato ocorrido. “Nestes 21 anos à frente do espaço, isso nunca havia acontecido. Já tivemos outras situações, com músicos esquecendo algum instrumento e outros, carteiras, mas sempre foi tudo recuperado. Aqui é uma casa de amigos. Estamos surpresos”, destacou. Sobre a ausência de câmeras de vigilância, o administrador do espaço ressaltou que, pela falta de episódios como esse, até então não tinha visto a necessidade de instalar os equipamentos. “O nosso apelo é de que quem pegou devolva ao dono”, completou. A 5ª Delegacia de Polícia Civil (Área Central) investiga o crime.

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade