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Correio Braziliense

Homem assassinado em barco será enterrado na tarde desta segunda-feira

Velório de Cláudio Müller está marcado para as 14h, na Capela 3 do Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul. O enterro está marcado para as 17h


postado em 10/10/2016 11:05 / atualizado em 10/10/2016 11:36

Cláudio Müller deixou a mulher, Valderly da Silva Feitosa, 30, com quem era casado há 13 anos, uma filha de 9 anos e outra de 20. Esta última de um casamento anterior(foto: Divulgação/Facebook)
Cláudio Müller deixou a mulher, Valderly da Silva Feitosa, 30, com quem era casado há 13 anos, uma filha de 9 anos e outra de 20. Esta última de um casamento anterior (foto: Divulgação/Facebook)
 

O velório de Cláudio Müller, assassinado por um policial federal na noite de sábado, após uma festa em um barco no Setor de Clubes Norte, está marcado para as 14h desta segunda-feira (10/10). A cerimônia acontecerá na Capela 3 do Cemitério Campo da Esperança, até 16h30. O enterro está marcado para as 17h. O agente da PF Ricardo Matias Rodrigues, 44 anos, atirou em Cláudio e em um amigo da vítima, Fábio Cunha, 37 anos, após uma confusão motivada, supostamente, por ciúmes. Fábio está hospitalizado. Ricardo se apresentou espontaneamente à polícia e foi liberado.

 

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Cláudio Müller deixou a mulher, Valderly da Silva Feitosa, 30, com quem era casado há 13 anos, uma filha de 9 anos e outra de 20. Esta última de um casamento anterior. No perfil da vítima nas redes sociais ele se descreve como “trabalhador, esposo e pai de duas princesas”. Em conversa por telefone com a reportagem do Correio neste domingo (9/10), Vanderly desabafou. “É um absurdo acontecer isso em uma festa que só tem família. Ele era uma pessoa do bem, um pai de família, trabalhador e cheio de sonhos e expectativas. Faltavam só dois anos para ele se aposentar. Estávamos cheios de planos”, recordou.

 

A festa de aniversário de três amigas aconteceu no barco Lake Palace, ancorado no píer do Motonáutica. O evento transcorreu normalmente e os convidados começavam a ir embora quando a confusão começou. Vanderly contou, em depoimento, que foi ao banheiro no fim da festa e, ao sair, uma das aniversariantes a agrediu com três tapas na cara e palavras de baixo calão. Ela contou para Cláudio, que foi tirar satisfação. Fábio apoiou o amigo.

O policial federal contou em depoimento que a mulher, Renata de Andrade Silva, era promoter da festa, e tentou intervir na briga entre os dois homens e a aniversariante. Na versão de Ricardo, a dupla passou a agredi-la e ele decidiu sacar a arma. Nesse momento, eles teriam investido contra o policial, que disparou.

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