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Correio Braziliense

Estudante do Itapoã foi morto por ter dado chocolates para uma amiga

O crime ocorreu em 13 de junho deste ano. Segundo o Corpo de Bombeiros, Gidenilton Ribeiro Lacerda, 26, levou dois tiros no tórax e um no braço esquerdo


postado em 12/07/2017 09:59 / atualizado em 12/07/2017 17:44

O crime aconteceu em 13 de junho deste ano. Gidenilton levou dois tiros no tórax e um no braço esquerdo. Quando o socorro chegou, a vítima já tinha morrido(foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)
O crime aconteceu em 13 de junho deste ano. Gidenilton levou dois tiros no tórax e um no braço esquerdo. Quando o socorro chegou, a vítima já tinha morrido (foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)


O assassinato de um estudante de 26 anos, com dois tiros no tórax, dentro de sala de aula no Itapoã foi motivado por ciúmes, segundo investigações da Polícia Civil do DF. O suspeito, de 22 anos, foi preso na manhã desta quarta-feira (12/7), no Eixo Monumental. A vítima, Gidenilton Ribeiro Lacerda, cursava o ensino fundamental na Educação para Jovens e Adultos (EJA), no Centro de Ensino Fundamental Zilda Arns. Uma das colegas de classe era a namorada do suposto autor dos disparos.
 
 
A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) já monitorava o jovem. O suspeito morava no Itapoã. Porém, desde o dia do crime, ficou em Águas Lindas e ia para o Plano Piloto para trabalhar como pintor. "Monitoramos a rotina dele e o abordamos no Eixo Monumental hoje. Não houve reação por parte dele", comentou o delegado responsável pelo caso, Ulysses Fernandes. 
 
De acordo com Fernandes, a polícia ainda está em diligências, mas as investigações apontam que o autônomo é o autor do crime. "A motivação seria o ciúme excessivo por parte do assassino. Ele acreditava num possível relacionamento da esposa com a vítima, que deu à mulher uma caixa de bombom no Dia dos Namorados. Mas não podemos afirmar que havia, de fato, um relacionamento extraconjugal", afirmou. 

Foi cumprido um mandado de prisão temporária e, após 30 dias, poderá ser expedido o mandado de prisão preventiva. O suspeito poderá ser indiciado por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e meios que impossibilitaram a defesa da vítima. Poderá pegar pena de 12 a 30 anos. Ele só falará em juízo. 

Entenda o caso

O crime aconteceu em 13 de junho deste ano. Gidenilton levou dois tiros no tórax e um no braço esquerdo. Quando o socorro chegou, a vítima já tinha morrido. Segundo informações da Polícia Militar, um homem encapuzado teria atirado três vezes contra a vítima. A corporação informou, à época, que o crime foi "premeditado e cometido em momento oportuno" e que realiza rondas constantes nas proximidades de centros educacionais por meio dos batalhões de área e, principalmente, por meio do Batalhão Escolar. 
 

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