Cidades

Polícia conclui inquérito da morte de servidora pública na 408 Norte

O delegado à frente do caso afirmou que não há dúvidas de que Maria Vanessa Veiga Esteves foi vítima de latrocínio

Roberta Belyse - Especial para o Correio
postado em 17/08/2017 17:42
Maria Vanessa era tida como alegre por colegas de faculdade e amigosA Polícia Civil deu por encerradas as investigações sobre a morte da analista de projetos do Ministério da Cultura (MinC) Maria Vanessa Veiga Esteves. A corporação informou que o inquérito policial foi concluído nesta quinta-feira (17/8). O delegado-chefe da 2; DP (Asa Norte), Laércio Rosseto, afirmou que não há dúvidas de que se trata de um latrocínio (roubo com morte). "Não houve um caso premeditado. Ela foi uma vítima, o que chamamos de crime de oportunidade", explicou.

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O delegado sustenta que Vanessa foi vítima ocasional. Segundo Rosseto, a dupla estava à procura de uma vítima aleatória. Ele também descartou a participação do ex-servidor do Ministério da Cultura Glauber Barbosa da Costa, 42, dono da quitinete da 208 Norte, onde foram encontrados os dois acusados da morte. Glauber responderá por favorecimento pessoal. "Ele abrigou os dois outros suspeitos nas horas posteriores ao latrocínio."

Fatalidade


A servidora do Minc foi assassinada em frente ao bloco onde morava, na 408 Norte

O crime aconteceu quando Maria Vanessa, estudante de mestrado da Universidade de Brasília (UnB) e servidora temporária do MinC, estacionava em uma vaga pública da quadra onde morava. O suspeito de participar do crime foi preso e um adolescente de 15 anos seria o autor da facada que matou a vítima. Com os acusados, a polícia encontrou os pertences da vítima e várias facas. Entre elas, a usada no crime. A bolsa de Vanessa estava em um contêiner de lixo na frente do prédio comercial onde fica a quitinete.

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