Cidades

MP denuncia três suspeitos de matar dono da Chiquinho Sorvetes, no Recanto

Os suspeitos responderão por homicídio triplamente qualificado e coação de testemunha pelo assassinato do dono da Chiquinho Sorvetes no Recanto das Emas

postado em 03/11/2017 19:49
Lessandro Vilela Borba, 38 anos, dono de uma das franquias da sorveteria Chiquinho foi encontrado morto com tiro na nuca na Quadra 201/401, avenida principal do Recanto das Emas. -  (foto: Arthur Menescal/Esp.CB/D.A. Press - 11/7/2017)
Lessandro Vilela Borba, 38 anos, dono de uma das franquias da sorveteria Chiquinho foi encontrado morto com tiro na nuca na Quadra 201/401, avenida principal do Recanto das Emas. - (foto: Arthur Menescal/Esp.CB/D.A. Press - 11/7/2017)
Crime aconteceu em 20 de julho, no Recanto das Emas, em uma das lojas do empresárioA Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri do Recanto das Emas denunciou três suspeitos de participar do assassinato do empresário Lessandro Vilela Barbosa, 38 anos, dono de duas filiais da franquia Chiquinho Sorvetes e de uma pizzaria. Ele também estava construindo outra loja para abrir uma franquia do Frango no Pote.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apresentou ação penal contra Victor Hugo Rodrigues Silva, 19, e Rafael Gonçalves Roriz, 35, além da ex-mulher da vítima, Janaína Maria da Rocha, 33, nesta sexta-feira (3/11).

[SAIBAMAIS]De acordo com a denúncia, Janaína, casada com Lessandro por 17 anos, pretendia matá-lo para ficar com o patrimônio do ex-marido. Ela teria prometido parte dos lucros financeiros a Victor Hugo e Rafael, como recompensa pelo serviço. Na denúncia consta que Victor Hugo dirigiu o veículo utilizado na fuga, e Rafael, efetuou os disparos.

Para o MPDFT, a conduta dos envolvidos é classificada como homicídio triplamente qualificado, por apresentar motivo torpe, utilizar meios cruéis e por empregar recursos que dificultaram a defesa da vítima.

O Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) determinou a prisão preventiva dos três denunciados. A Promotoria de Justiça solicitou a reclusão do grupo depois do surgimento de suspeitas de que Janaína e Rafael teriam ameaçado a mãe da vítima, caso as investigações continuassem. Os dois também responderão por crime de coação de testemunha.
Com informações do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT)

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