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Correio Braziliense

Previsão do tempo: semana começa com menos chuva e mais calor

Inmet prevê aumento na temperatura nesta segunda-feira. Temporais devem voltar no feriado de Proclamação da República


postado em 13/11/2017 08:47 / atualizado em 13/11/2017 10:09

Sol brilha, entre poucas nuvens, no amanhecer desta segunda-feira. Termômetros devem marcar 29°C nas horas mais quentes do dia(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)
Sol brilha, entre poucas nuvens, no amanhecer desta segunda-feira. Termômetros devem marcar 29°C nas horas mais quentes do dia (foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

 
Depois de um fim de semana em que temporais se alternaram com momentos de sol, o Distrito Federal terá dias de calor e céu mais claro, segundo previsão do tempo. Para esta segunda-feira (13/11), as chances de chuva diminuíram, mas o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) não descarta pancadas isoladas.


Por causa do sol, o calor aumenta em comparação com a semana passada. Os termômetros devem marcar, à tarde, 29°C. No começo da manhã, porém, um nevoeiro registrado em algumas partes do DF, como na região ao redor do Lago Paranoá, derrubou a temperatura para 15°C.

Na terça-feira (14/11), o aumento na temperatura deve se manter, podendo chegar até 30°C. O Inmet espera o retorno das chuvas volumosas já a partir de quarta-feira (15/11), feriado de Proclamação da República.


Novembro mantém média esperada para o mês


Depois de uma estiagem histórica, novembro registrou, até domingo, 118,2 milímetros de chuva. Ou seja, o mês mal chegou à metade e já choveu 51,1% da média esperada, que é de 231,1mm.

De tão acostumados com a falta de chuva, o brasiliense percebe um volume muito maior de umidade neste novembro. "Mas está chovendo o normal para a época", ressalta o meteorologista Mamedes Luís Melo, do Inmet. "Essas chuvas são uma combinação da umidade do ar vinda da região Norte com uma frente fria que chega da região Sudeste", explica.

Um alívio, portanto, para a crise hídrica que assola o DF. O reservatório do Descoberto, que chegou a ter apenas 5,3% do volume útil disponível, registrou aumento no nível para 6,7%, no domingo.

Entretanto, a crise ainda é grave, e o risco de ampliação do racionamento continua.
 

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