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Correio Braziliense

Mesmo sem desfiles, rainhas da bateria prometem animar o carnaval do DF

Este ano, seis escolas de samba vão se apresentar em um evento, entre a Torre de TV e a Funarte, em 2 de fevereiro


postado em 21/01/2018 08:00 / atualizado em 08/02/2018 19:33

Elas são comunicativas, dedicadas, sambam como ninguém e, principalmente, amam o carnaval. Estamos falando delas, as rainhas de bateria. Com um lindo sorriso no rosto e samba no pé, essas mulheres complementam a alegria dos ritmos das baterias do Distrito Federal, mesmo sem o desfile das escolas de samba.

Este ano, seis escolas de samba vão se apresentar em um evento, entre a Torre de TV e a Funarte, em 2 de fevereiro. As rainhas vão marcar presença na folia. Para o presidente da União das Escolas de Samba de Brasília (Uniesb), Geomar Leite, o Pará, elas são fundamentais. “É a rainha que apresenta a bateria da escola na avenida para a comunidade. Ela está à frente para animar a torcida e fazer com que o público interaja e entre no ritmo do samba”, explica. Ele completa: “Muitos acham que é só ter um corpo bonito e saber sambar, mas o mais importante é saber se comunicar”.

Conheça algumas das rainhas brasilienses:

Ver galeria . 5 Fotos Márcia de Barros (Unidos do Cruzeiro (Aruc)) Marcia de Barros, 26 anos, acumula anos à frente da bateria. A comerciante já foi rainha de bateria cinco vezes e participa da festa na capital há 15 anos. A paixão pelo samba ela trouxe na bagagem de mudança do Rio de Janeiro para Brasília.
Márcia de Barros (Unidos do Cruzeiro (Aruc)) Marcia de Barros, 26 anos, acumula anos à frente da bateria. A comerciante já foi rainha de bateria cinco vezes e participa da festa na capital há 15 anos. A paixão pelo samba ela trouxe na bagagem de mudança do Rio de Janeiro para Brasília. "Sempre gostei muito de carnaval. No Rio, eu ia em todos os ensaios nos barracões", destaca. Ao chegar no Distrito Federal, não foi diferente. Márcia procurou logo as escolas e afirma que se encantou com a Escola de Samba Unidos do Cruzeiro (Aruc), maior vencedora da capital. A comerciante está na escola há oito anos, onde ela conquistou o tão sonhado posto de rainha de bateria. "Ser rainha é uma coisa inesquecível. Fica registrado nas fotos e na memória da gente. Sou apaixonada por isso tudo. Brinco que, se eu morresse na frente de uma bateria, eu morreria feliz", conta. Este ano, Márcia não vai receber a coroa de rainha, por não haver desfile, e sim, uma apresentação, mas afirma que mesmo sendo rainha, nunca deixou de ser passista e que a alegria é a mesma. Para a folia de 2018, as expectativas são as melhores. "Não é desfile, mas vai estar todo mundo reunido. É a união que torna a festa maravilhosa", enfatiza. (foto: Bárbara Cabral/Esp. CB/D.A Press )
 
 



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