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Correio Braziliense

Homem é preso por tráfico de drogas em escritório de advocacia no Lago Sul

Um dos sócios do escritório, que também é consultor legislativo do Senado, foi autuado por uso de entorpecentes e liberado após assinar termo de comparecimento à Justiça


postado em 25/01/2018 10:48 / atualizado em 25/01/2018 11:23

Drogas apreendidas no escritório(foto: PMDF/Divulgação)
Drogas apreendidas no escritório (foto: PMDF/Divulgação)

 
Uma prisão por tráfico drogas foi realizada pela Polícia Militar do Distrito Federal, na noite de quarta-feira (24/1), dentro do escritório de advocacia que pertence ao ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Sepúlveda Pertence, no Lago Sul. No local, foram encontrados nove porções de cocaína, seis comprimidos e uma balança de precisão, segundo boletim de ocorrência registrado na 10ª DP (Lago Sul).
 

Além do homem preso por tráfico — Cristiano Fábio Corrêa Alves Lins —, um dos sócios do escritório, o advogado e consultor legislativo do Senado Claudio Demczuk de Alencar, 40 anos, foi detido por uso de drogas e liberado após assinar um termo de comparecimento à Justiça, de acordo com o boletim de ocorrência. 

Cristiano Lins, 42 anos, por sua vez, foi indiciado por tráfico de drogas e ficou detido na carceragem da Polícia Civil, onde aguarda decisão judicial.

 
PM diz que presos tiveram alucinação 


Em nota, a Polícia Militar informou que foi acionada para atender a uma ocorrência de invasão a uma casa na QI 23 do Lago Sul, onde funciona o escritório. Lá, prossegue o texto, os policiais encontraram a dupla e, ao realizarem buscas, acharam as drogas — a maior parte em um veículo que estava estacionado na garagem — e a balança, mas nenhum sinal de invasão.
 
"Questionados sobre o uso de entorpecentes, ambos assumiram que tinham usado cocaína e que os supostos invasores não passavam de alucinações", informou a PM. Nesse momento, Lins teria admitido ser o proprietário das drogas, diz a corporação.

O Correio tentou contato com o escritório de advocacia tanto por telefone quanto por e-mail, mas não teve resposta. 

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