Publicidade

Correio Braziliense

Quase mil pessoas se reúnem no bloco infantil Suvaquinho da Asa

O carnaval destinado às crianças fez sucesso na manhã deste sábado (27/1), com atrações como o grupo de percussão Patubatê


postado em 27/01/2018 12:47 / atualizado em 27/01/2018 17:35

(foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
(foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)

 

Para as crianças, o carnaval começou na manhã deste sábado (27/1). Quase mil pessoas se reuniram no tradicional Suvaquinho da Asa, que está no estacionamento da Funarte. Ao som do grupo percussivo Patubatê, a garotada dançou, jogou confete e se divertiu nos brinquedos infláveis disponíveis gratuitamente. O bloco é a versão para crianças do Suvaco da Asa, que acontece nesta tarde, às 16h. Muitos pais emendam as festas. Alguns as deixam em casa e voltam para continuar a festa.

Gustavo Soares, 42, agrônomo, esteve pela primeira vez no bloco, apesar de estarem na capital há sete anos. Ele levou o filho, Luís, de 7 anos, fantasiado de Naruto e ele mesmo entrou no clima fantasiando-se se tirolez. A mulher ficou em casa com o bebê do casal, mas ele espera poder levar ambos no próximo ano.

 

Leia as últimas notícias do Distrito Federal

 

A comparação que pai e filho podem fazer é entre o Suvaquinho e as festas de carnaval de clube que costumam frequentar no interior de São Paulo, onde moravam. Lá, era só matinê de clube. Preferem a céu aberto, em vez dos salões.  “Debaixo do sol é quente, mas é melhor”, afirma Gustavo. Luís se refresca com spray de espuma, que é o que mais gosta em toda a folia.

 

(foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
(foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)

 

Quem incentivou Gustavo a ir ao bloco foi Leonardo Martins, 39, bancário, que estava com a mulher, Núbia Martins, 33, servidora pública, e os dois filhos, João Lucas e Leonardo Filho. Eles já participam da festa há cinco anos. Moradores do Cruzeiro, não conseguem esquecer o tempo em que Suvaquinho da Asa era lá. “Tinha um clima de interior e ainda era perto de casa”, afirma Núbia. Mesmo assim, não deixam de ir.

Na ocasião, a Secretaria de Estado da Criança do Distrito Federal distribuiu pulseiras de identificação para garantir a seguranças dos pequenos. Eles carregavam no pulso o próprio nome, os dos pais e telefones para contato. Além disso, o Detran estava entregando bafômetros descartáveis e panfletos de conscientização para que ninguém beba e dirija. Os ambulantes no local foram todos cadastrados pela Secretaria das Cidades.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade