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Correio Braziliense

GDF compartilha dados sobre pessoal e contratos com TCDF

A medida foi adotada para ampliar a fiscalização, além de tornam o processo mais rápido


postado em 29/01/2018 18:53 / atualizado em 29/01/2018 19:07

O governador Rodrigo Rollemberg, a presidente do TCDF, Anilcéia Machado, e a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, firmaram acordo de cooperação técnica(foto: Renato Araújo/Agência Brasília)
O governador Rodrigo Rollemberg, a presidente do TCDF, Anilcéia Machado, e a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, firmaram acordo de cooperação técnica (foto: Renato Araújo/Agência Brasília)

Para ampliar e agilizar o processo de fiscalização, o Tribunal de Contas do DF (TCDF) terá acesso aos sistemas de compartilhamento de dados relativos à pessoal, compras governamentais, contratos e convênios da administração pública, conforme acordo de cooperação assinado, nesta segunda-feira (29/01), entre a Corte e o Palácio do Buriti. 
 

A medida tornará as auditorias mais céleres, uma vez que não será necessário ao órgão fiscalizador encaminhar ao Executivo local um pedido de informações, apontou o governador Rodrigo Rollemberg (PSB). 

Para o chefe do Palácio do Buriti, o acesso direto do TCDF aos dados classifica-se como “um aprofundamento” do compromisso de campanha de ampliar a transparência da máquina pública, que o socialista considera cumprido. “Já criamos o conselho de transparência com 100% de composição da sociedade civil, temos avançado no que diz respeito à transparência e recebemos o reconhecimento de órgãos federais, do DF e da sociedade civil”, relembrou.

Presidente da Corte de Contas, Anilcéia Machado destacou que a iniciativa refletirá sobre a confiabilidade dos dados. “Hoje, nós fazemos auditorias periódicas, queremos implementar auditorias permanentes”, frisou.

Economia


A secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, apontou que a ação busca otimizar o controle sobre as áreas mais sensíveis do Estado. “Nos setores com os maiores gastos — pessoal e contratos —, iremos colaborar com o Tribunal para termos melhores resultados e maior economia”. 

A pasta já utiliza mecanismos de controle interno para controlar os gastos. A área de pessoal, por exemplo, recebe atenção especial. Sem os recursos do Fundo Constitucional do DF, a folha de pagamento é de cerca de R$ 15 bilhões por ano — somente 1% de economia significaria R$ 150 milhões.

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