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Correio Braziliense

Pastor é detido por abusar sexualmente da enteada em Valparaíso

Homem foi preso pela Polícia Civil de Goiás na última terça-feira. Corporação também deteve a mãe da criança por possivelmente acobertar o marido


postado em 08/02/2018 23:37 / atualizado em 08/02/2018 23:45

(foto: Cristiano Gomes/CB/D.A Press)
(foto: Cristiano Gomes/CB/D.A Press)
 
Um pastor foi preso por suspeita de abuso sexual contra a enteada em Valparaíso, em Goiás, cidade no Entorno do Distrito Federal. O homem, de 35 anos, está detido desde terça-feira (6/2). Segundo a Polícia Civil de Goiás, os abusos teriam começado quando a menina tinha 5 anos, assim que deixou a casa da avó para viver com a mãe. A corporação também deteve a mulher. A suspeita é de que ela teria acobertado o crime do esposo. 

O registro ocorreu na Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (Deam), de Valparaíso. Segundo os investigadores, a menina passou por abusos do padrasto por cerca de seis anos. Primeiro, o pastor teria começado o assédio tocando partes do corpo da menina. Quando a vítima completou 7 anos, o homem invadiu o quarto dela, na tentativa de manter relações sexuais. 

O último abuso teria acontecido em 2015. À época, o pastor, a menina e a mãe viviam em Rubiataba (GO), cidade a 318km de Valparaíso. Na região, a família montou uma igreja. Após a tentativa final, a vítima contou o caso para uma professora, que fez a denúncia.

A pena por crimes de estupro de vulnerável pode variar de oito a 15 anos de reclusão. 

Outros crimes


Há pouco mais de um mês, a Polícia Civil de Goiás deteve um pastor, de 77 anos, pelo mesmo crime. Ele é suspeito de ter abusado de meninas de 11 e 12 anos. O suspeito foi preso em Luziânia (GO). Na ocasião, o delegado responsável pelo caso, Maurício Passerini, contou que o acusado morava no condomínio das vítimas. 

O pastor ofereceu frutas e doces para uma delas e, assim que conseguia conquistar a criança e a levar para casa, cometia o crime. À época, uma testemunha denunciou o pastor na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). O pastor negou as acusações. 

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