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Correio Braziliense

Polícia prende acusado de assassinar empresário em Taguatinga

O crime aconteceu na quinta-feira (22/2), na Avenida Comercial Norte. Paulo Afonso Silva, 72 anos, foi morto durante tentativa de assalto


postado em 26/02/2018 11:28 / atualizado em 26/02/2018 15:22

Paulo foi morto na manhã de quinta-feira (22/2), a poucos metros do prédio onde a mãe morava, na Avenida Comercial Norte(foto: Augusto Fernandes/Esp. CB/D.A Press)
Paulo foi morto na manhã de quinta-feira (22/2), a poucos metros do prédio onde a mãe morava, na Avenida Comercial Norte (foto: Augusto Fernandes/Esp. CB/D.A Press)

Um dos acusados de matar o empresário Paulo Afonso Silva, 72 anos, foi preso por policiais da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte). Na semana passada, o empresário foi assassinado após ter o carro roubado por um homem e um adolescente, na Avenida Comercial Norte, em Taguatiga.

Paulo voltava para o apartamento da mãe quando foi surpreendido pelos criminosos, que estavam em uma motocicleta. Ao gritar por ajuda, o empresário foi atingido por um tiro no tórax. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou os primeiros socorros, mas Paulo morreu no Hospital Regional de Taguatinga. 
 
A prisão ocorreu no sábado (24/2). O adolescente que participou do crime também já foi localizado, entregue à polícia pela própria família.
 

Investigação 

A elucidação do crime se deu por causa de imagens do circuito de segurança da Comercial Norte. A família do adolescente, de 15 anos, ficou sabendo que ele teria participado do crime e o encaminhou à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA II). Em seguida, ele denunciou o adulto que o ajudou.

O disparo que tirou a vida do empresário foi realizado pelo adolescente. Ele também conduziu o veículo de Paulo até Águas Lindas de Goiás, local onde a dupla ateou fogo no carro e o deixou complemente carbonizado. 

Carlos Henrique Farias de Sousa, 32 anos, cumpria regime semiaberto. Ele foi condenado pela morte da própria irmã, em 2005. No momento da prisão, ele estava no galpão do Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA), onde os detentos nesse tipo de regime passam a noite. Se condenado, ele pode pegar de 12 a 30 anos de prisão. 

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