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Correio Braziliense

GDF recebe donos de restaurantes atingidos por queda do viaduto no Eixão

Proprietários dos restaurantes Floresta e do Nosso Lar, que foram totalmente demolidos, serão ouvidos. O encontro ocorre na terça (27), às 11h


postado em 26/02/2018 19:30 / atualizado em 26/02/2018 22:57

Proprietários dos restaurantes
Proprietários dos restaurantes "Nosso Lar" e "Floresta", locais atingidos pela queda do viaduto (foto: Murilo Fagundes/ Correio Braziliense)

Passados 20 dias do desabamento do viaduto da Galeria dos Estados, no Eixão Sul, a Secretaria da Casa Civil, Relações Institucionais e Sociais do Governo do Distrito Federal marcou reunião com os proprietários dos restaurantes afetados pelo acidente.

 

Com a queda da estrutura, dois estabelecimentos foram demolidos e mais de 30 empregos estão suspensos. A reunião desta terça-feira (27/2) será o primeiro encontro dos comerciantes com o secretário da pasta, Sérgio Sampaio, e com a procuradora-geral do Distrito Federal, Paola Aires, após a tragédia. 

 

Os empresários ainda não sabem que medidas serão tomadas. Uma das maiores preocupações de Maria de Jesus, 58 anos, proprietária do Restaurante Floresta, é a falta de apoio aos empregados. Para ela, será muito complicado criar novas oportunidades de emprego para eles. "Não são jovens e alguns trabalham há 20 anos comigo", ressaltou a empresária. Ela espera apoio do governo para a realocação dos funcionários. 

 

Lindemberg Igor da Silva, dono de um dos carros que estavam em baixo do viaduto(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
Lindemberg Igor da Silva, dono de um dos carros que estavam em baixo do viaduto (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
 

 

A necessidade de pagar os salários dos trabalhadores também é preocupação dos donos dos restaurantes. A questão está sendo acompanhada pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar).

 

Na sexta-feira (16), ficou acordado com os donos dos carros esmagados sob o concreto, que o governo acionaria uma câmara de conciliação no Tribunal de Justiça e depositaria o dinheiro diretamente na conta dos proprietários. 

 

* Estagiário sob supervisão de Mariana Niederauer 

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