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Correio Braziliense

Pilares do viaduto da galeria dos estados serão reaproveitados

Segundo o diretor do DER, Márcio Buzzar, o governo fará uma licitação "na forma mais rápida", para dar início às obras


postado em 02/03/2018 20:05 / atualizado em 02/03/2018 20:05

O viaduto caiu no fim da manhã de 6 de fevereiro. Parte da laje cedeu sobre o próprio peso esmagando carros e interrompendo o fluxo de veículos no Eixão, uma das vias mais movimentadas da capital(foto: Breno Fortes/CB/D.A Pres)
O viaduto caiu no fim da manhã de 6 de fevereiro. Parte da laje cedeu sobre o próprio peso esmagando carros e interrompendo o fluxo de veículos no Eixão, uma das vias mais movimentadas da capital (foto: Breno Fortes/CB/D.A Pres)
 

O grupo de trabalho do Governo do Distrito Federal voltado para solucionar a reconstrução do viaduto da Galeria dos Estados concluiu, na tarde desta sexta-feira (2/3), um relatório sobre as condições da estrutura. Especialistas e membros do governo decidiram aproveitar os blocos que sustentam a base e os pilares, mas descartar as oito asas que distribuíam o peso do elevado.

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Segundo o diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Márcio Buzzar, o governo fará uma licitação "na forma mais rápida", para dar início às obras. "A gente espera que, em dois meses, a gente tenha concluído o procedimento. A gente sabe que licitação é um processo que não depende só do governo, mas também das partes envolvidas, mas contamos com o bom senso das empresas. A gente quer que o processo seja lícito", declarou.

 

Um ponto específico do levantamento, porém, continua pendente. Ainda não se sabe se as lajes que não desabaram serão reaproveitadas.

Desastre

O viaduto caiu no fim da manhã de 6 de fevereiro. Parte da laje cedeu sobre o próprio peso esmagando carros e interrompendo o fluxo de veículos no Eixão, uma das vias mais movimentadas da capital.

Além dos veículos esmagados, o desabamento também atingiu parte do Restaurante Floresta que fica voltado para a Galeria dos Estados e é tradicional na região. Por risco de novos desabamentos, o restaurante Nosso Lar, também foi interditado. Além de reconstruir o monumento e liberar a via, o GDF também negocia com os proprietários do estabelecimento e com os donos dos veículos atingidos o pagamento pelos transtornos.

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