Publicidade

Correio Braziliense

Secretaria de Saúde deve gastar R$ 590 mil em produção de aplicativos

O crédito está previsto na Lei Orçamentária do DF e foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (9/3)


postado em 09/03/2018 16:14 / atualizado em 09/03/2018 19:15

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal deve gastar R$ 590 mil em desenvolvimento de aplicativos. O crédito orçamentário está previsto na Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal (LOA-DF). O pedido de acesso ao recurso partiu do secretário da pasta, Humberto Fonseca, e da diretora-presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Miriam Scaggion. A portaria entra em vigor nesta sexta-feira (9/3), com a publicação no Diário Oficial do DF.  

 

O texto destaca que os aplicativos em formato Java serão implementados para o desenvolvimento, documentação, implantação e manutenção de novos sistemas de informação. Além disso, a unidade executora será responsável por apresentar prestação de contas do uso dos recursos à Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTINF) da pasta.  

 

Em nota, a Secretaria de Saúde informou que o desenvolvimento do aplicativo tem como objetivo integrar os sistemas de informação da Saúde do DF e do Hemocentro, para melhorar os serviços internos e externos. "A pasta esclarece que essa descentralização ocorre dentro do programa de trabalho Gestão da Informação e dos Sistemas de Tecnologia da Informação", explicou.  

 

Saúde da família 

 

A aprovação do orçamento para desenvolvimento de aplicativos ocorre nove dias após a divulgação do balanço anual do programa Estratégia Saúde da Família (ESF). A pasta conseguiu dobrar a abrangência do atendimento à população. O número passou de 34% de cobertura em 2017, para 69,1% em 2018.  

 

No DF, são 549 equipes responsáveis por atender mais de 2 milhões de brasilienses. Cada grupo, composto por um médico, um enfermeiro, auxiliares ou técnicos de enfermagem e seis agentes comunitários de saúde é responsável por atender 3.750 pessoas. O Ministério de Saúde estabelece que cada equipe pode atender, no máximo, 4 mil pessoas, no entanto, a média recomendada pelo órgão é de 3 mil.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade