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Correio Braziliense

Demora no atendimento causa revolta no HRT, e três pessoas acabam presas

Vídeo mostra momento da confusão. Um dos detidos é acusado de injúria racial contra um dos vigilantes da unidade de saúde


postado em 19/03/2018 16:30 / atualizado em 19/03/2018 16:42

A confusão começou por volta de 20h30 de sábado, quando o atendimento ficou restrito a casos mais urgentes(foto: Divulgação)
A confusão começou por volta de 20h30 de sábado, quando o atendimento ficou restrito a casos mais urgentes (foto: Divulgação)
 
Três pessoas foram presas depois de entrar em confronto com vigilantes do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Segundo uma pessoa que estava na unidade de saúde na hora da confusão, por volta das 20h30 de sábado (17/3), os envolvidos ficaram revoltados com a demora no atendimento na área de pediatria e passado a xingar e empurrar os vigilantes da unidade. De acordo com informações da Polícia Civil, um dos envolvidos cometeu injúria racial contra um dos seguranças, ao chamá-lo de "nego safado".
 
A testemunha relatou que a confusão começou quando o atendimento passou a ser restrito a pacientes com classificações de risco laranja e vermelha. Nessa hora, os suspeitos teriam se exaltado e iniciado a desavença com os vigilantes. Um vídeo mostra o momento em que a briga já havia começado. 
 
 
 
Policiais militares foram acionados para conter o trio, encaminhado à 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro). Lá, dois deles assinaram termo de comparecimento em juízo e foram liberados. O terceiro, por ter se exaltado mais, precisou pagar fiança de R$ 900 para sair da delegacia.  
 
Em nota, a Secretaria de Saúde informou que, por causa da alta demanda, o atendimento precisou ser restrito aos casos mais urgentes. Além disso, a pasta ressaltou que dois médicos estavam escalados para atendimento das crianças e uma enfermeira estava responsável pela triagem dos pacientes da clínica médica e cardiologia.

A pessoa que narrou o ocorrido á reportagem disse ainda chegou por volta das 19h50 ao hospital, acompanhando o sobrinho de 8 meses, que passava mal. "Saí à meia-noite, sem ser atendido", lamentou.

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