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Correio Braziliense

Defensor público quebra vidraça de delegacia, desacata policiais e é preso

Segundo informações da Polícia Civil, o homem apresentava sinais de embriaguez. Ele estava com a fala arrastada, olhos vermelhos e hálito etílico


postado em 19/03/2018 11:12 / atualizado em 19/03/2018 12:29

Um homem de 55 anos quebrou a socos a porta de vidro da entrada da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) e em seguida ofendeu os agentes(foto: Divulgação)
Um homem de 55 anos quebrou a socos a porta de vidro da entrada da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) e em seguida ofendeu os agentes (foto: Divulgação)
 
Policiais civis prenderam um servidor da Defensoria Pública do Distrito Federal por dano ao patrimônio público, resistência e desacato. Por volta de 21h desse domingo (18/3), o homem, de 55 anos, quebrou a socos a porta de vidro da entrada da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) e em seguida ofendeu os agentes.  
 
Segundo informações da Polícia Civil, o suspeito apresentava sinais de embriaguez. Ele estava com a fala arrastada, olhos vermelhos e hálito etílico. No momento em que ele começou a quebrar a vidraça da delegacia, havia no local apenas um agente, que  solicitou apoio via rádio. Investigadores das delegacias da Criança e do Adolescente II (DCA II) e da 24ª (Setor O) se deslocaram até o local.  
 
Os policiais ainda precisaram imobilizar o homem, que resistiu à prisão. Ele foi conduzido à 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro) para o registro da ocorrência, mas a investigação fica por conta da 17ª.  
 
No momento em que quebrou a vidraça, o homem sofreu um corte na mão e precisou de atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O servidor ainda ofendeu o agente que registrava a ocorrência, chamando-o de "bosta". Ele pagou fiança no valor de R$ 3 mil e foi liberado em seguida.  
 
A assessoria de comunicação da Defensoria Pública afirma que o órgão ainda não foi informado dos fatos. "Ainda não sabemos o teor do que aconteceu. Até o momento, não vamos comentar o caso, para preservar a identidade das pessoas envolvidas e a investigação policial", afirma uma nota.  

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