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Correio Braziliense

Amigos dão adeus ao jornalista Toninho Drummond no Campo da Esperança

Colegas de profissão e autoridades compareceram ao velório do jornalista mineiro, que faleceu no sábado


postado em 25/03/2018 18:04 / atualizado em 25/03/2018 20:39

Ver galeria . 5 Fotos Minervino Júnior/CB/D.A Press
(foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press )

Familiares, amigos, autoridades e colegas de profissão se despediram, neste domingo (25/3), do jornalista Toninho Drummond, cujo corpo foi velado no cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. O ex-diretor da rede Globo em Brasília faleceu na madrugada de sábado, aos 82 anos, após ser internado com infecção renal e pneumonia.
 
Muitas autoridades e personagens importantes da política nacional compareceram. Entre os presentes, estavam o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia; o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli; o empresário e ex-vide-governador do Distrito Federal Paulo Octávio; o ex-senador José Sarney; o ex-chefe da Casa Civil José Dirceu; o advogado e político piauiense Hugo Napoleão; o ex-ministro Aldo Rebelo e o embaixador Ronaldo Sardenberg, entre outros.
 
Amigos lembraram a importância de Toninho para o jornalismo da cidade e do país e ressaltaram suas qualidades pessoais. "A perda de Toninho Drummond é uma tristeza para todos nós, seus amigos, e para o jornalismo brasileiro. Ele teve uma vida feliz, deixou uma legião de jornalistas, formou muitos profissionais e sempre foi uma pessoa correta, competente e humana. O humanismo era sua característica mais marcante", afirmou Dias Toffoli.
 

Mineiro candango 

Paulo Octávio definiu o amigo como um "mineiro candango", dada sua paixão por Brasília. "Ele dedicou sua vida ao jornalismo e teve um papel importantíssimo na travessia democrática pela qual o Brasil passou", resumiu. 

O embaixador Ronaldo Sardenrberg, por sua vez, também destacou a importância do mineiro de Araxá para a imprensa brasileira. "Era uma personalidade ímpar, de bom ânimo e sempre positivo. Teve uma carreira brilhante. Minha esposa, Célia Sardenberg, trabalhou com ele na Globo. Sofremos muito a perda dele." 

Toninho iniciou sua carreira no Estado de Minas, dos Diários Associados, depois que saiu da cidade natal para estudar direito em Belo Horizonte. Nunca terminou o curso, mudando de planos para construir uma sólida e respeitada carreira no jornalismo, passando por vários veículos de comunicação. Quando se aposentou, em 2012, estava na Rede Globo de Brasília havia 25 anos, empresa na qual ocupou o cargo de diretor. 

O corpo de Toninho Drummond será cremado em Valparaíso (GO) nesta segunda-feira.  

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