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Correio Braziliense

Idosa que contraiu malária se recupera Hospital Universitário de Brasília

A mulher está internada na rede pública desde 13 de março, recebendo tratamento contra a doença. Secretaria investiga onde a paciente contraiu o mal


postado em 26/03/2018 23:04 / atualizado em 26/03/2018 23:06

A idosa foi transferida ao Hospital Universitário de Brasília, unidade de referência para tratamento contra malária(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
A idosa foi transferida ao Hospital Universitário de Brasília, unidade de referência para tratamento contra malária (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Internada desde 13 de março na rede pública de saúde, a idosa de 71 anos que contraiu malária está em processo de cura, informou a Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Junta à informação veio a confirmação de que o caso realmente se tratava da doença, já que, até então, a pasta aguardava o resultado de outros dois exames. 

A paciente chegou ao Hospital Regional do Guará (HRGu) apresentando sintomas como febre intercalada e dificuldades de respirar. Na unidade, começou a receber o tratamento contra a malária, mas precisou ser tranferida para o Hospital Universitário de Brasília (HUB) há uma semana, por não estar respondendo bem às medicações via oral.
 
"O HUB é o hospital de referência para malária. Ela passou a receber o tratamento intravenoso. As lâminas de verificação de cura da malária já estão negativas, o que indica o processo de cura", afirmou a diretora da Vigilância Epidemiológica, Maria Beatriz Ruy. 

De acordo com a diretora, ela precisará seguir internada. "Ela finalizou o tratamento de malária, mas, por ter outras doenças crônicas, como problemas respiratórios, ainda está sob observação, mas estável", detalhou Maria Beatriz. 

 
Investigação 

 
A vigilância epidemiológica ainda investiga como a mulher, moradora da Estrutural, contraiu a doença. A pasta não descarta a possibilidade de a paciente ter sido infectada no Distrito Federal. Em 2018, a capital registrou outros seis casos de malária, mas, segundo a Secretaria de Saúde, se tratam de casos importados, concentrados na região Amazônica, área endêmica. Todos esses pacientes foram tratados e liberados.

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