Jornal Correio Braziliense

Cidades

Homicídios no DF atingem menor taxa em 13 anos

Segundo dados apresentados pela SSP-DF nesta sexta-feira (6/4), taxa de assassinatos registrados em março foi de 40 mortes. Índice só foi mais baixo em 2005



O Balanço da Segurança referente ao mês de março, divulgado pela Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal (SSP-DF) nesta sexta-feira (6/4), apontou que o DF atingiu o menor o índice de assassinatos dos últimos 13 anos. Foram 40 casos desse tipo de crime registrados em março. Na série histórica, verificada desde 2002, esse número só foi menor que 40 em 2005, quando 31 mortes foram computadas.

Ainda em relação aos casos de homicídio, em janeiro de 2018 observou-se a menor taxa-índice de assassinatos no DF em 29 anos. Segundo o levantamento, a quantidade de mortes registrada pela pasta foi de 16,3 para cada 100 mil habitantes.

A pasta também registrou queda nos índices de crimes violentos letais intencionais (CVLI) no período de janeiro a março. No primeiro trimestre de 2018, a quantidade de delitos desse tipo caiu 12,6%.

No caso de latrocínios nos primeiros três meses deste ano, a quantidade também foi menor. Em 2018, sete casos foram registrados, três a menos que no ano passado. Já o número de tentativas de latrocínio entre janeiro e março de 2018 foi semelhante ao do ano passado: 57 casos, contra 58 em 2017. Assim como esses dois tipos de delito, os índices de estupro e tentativa de homicídio em 2018 caíram 12% e 12,7%, respectivamente, no período.

Outra queda foi verificada no número de crimes contra o patrimônio. Entre os seis tipos de delitos levados em conta no grupo, o menor índice foi observado nos casos de roubo em comércio, que caiu 3,3%. Foram 501 casos registrados entre janeiro e março de 2018. Já a maior queda foi percebida nos casos de roubo em residências. A secretaria contabilizou 147 casos, 36,1% a menos que no primeiro trimestre de 2017.

Lesão corporal seguida de morte foi o único tipo de crime cuja taxa foi maior nos primeiros três meses de 2018 em relação ao mesmo período do ano anterior: quatro casos registrados contra nenhum em 2017.