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Correio Braziliense

Audiência de advogado envolvido em acidente da L4 Sul será amanhã

Advogado Eraldo José Cavalcante Pereira é acusado, ao lado do militar do Corpo de Bombeiros, Noé Albuquerque de Oliveira, de provocar o acidente que resultou na morte de mãe e filho


postado em 09/04/2018 12:02 / atualizado em 09/04/2018 17:47

Maria Cayres e o filho, Ricardo Clemente Cayres, estavam no banco de trás do Fiesta(foto: Hugo Gonçalves/Esp. CB/D.A Press)
Maria Cayres e o filho, Ricardo Clemente Cayres, estavam no banco de trás do Fiesta (foto: Hugo Gonçalves/Esp. CB/D.A Press)
 

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) marcou para esta terça-feira (10/4), às 14h, a audiência de instrução e julgamento do advogado Eraldo José Cavalcante Pereira. Ele é acusado, ao lado do militar do Corpo de Bombeiros, Noé Albuquerque de Oliveira, de provocar o acidente que resultou na morte de duas pessoas (mãe e filho) enquanto praticavam corrida ilegal na L4 Sul, em 30 de abril de 2017.

Tanto Eraldo quanto Noé responde por homicídio qualificado e tentativa de homicídio provocados por racha ilegal na Avenida das Nações. O advogado conduzia um Jetta e o bombeiro, uma Range Rover Evoque. Segundo consta no inquérito policial, eles estariam em alta velocidade, enquanto a família das vítimas seguia em um Fiesta Vermelho a 60km/h.

Estavam no Fiesta Oswaldo Clemente Cayres, a mulher dele, Cleuza Maria Cayres, o filho do casal, Ricardo Clemente Cayres e, ao volante, o cunhado de Ricardo, Helberton Silva Quintão. Eles foram atingidos na traseira e, com o impacto, o carro saiu da via, bateu em uma árvore e capotou. Cleusa e Ricardo, que estavam no banco de trás, morreram na hora.

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) em 19 de outubro do ano passado. À época, o magistrado entendeu que as provas colhidas pela Polícia Civil, como o resultado da necropsia de Ricardo e de Cleuza, os exames de corpo de delito de Helberton e de Oswaldo, o laudo da perícia do local do acidente e os depoimentos das testemunhas eram “informações suficientes de autoria”.

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