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Correio Braziliense

Começa o Maio Amarelo, campanha de conscientização de trânsito

O tema deste ano será "Nós somos o trânsito". O objetivo é integrar o poder público e a sociedade civil, levando à conscientização sobre segurança viária, mobilizando agentes envolvidos na fiscalização, condutores e pedestres


postado em 02/05/2018 18:00 / atualizado em 02/05/2018 18:05

(foto: Bárbara Cabral/Esp. CB/D.A Press)
(foto: Bárbara Cabral/Esp. CB/D.A Press)

 
A quinta edição da campanha de conscientização de trânsito Maio Amarelo começa nesta quarta-feira (2/5). Com o tema "Nós somos o trânsito", os órgãos de segurança e de trânsito pretendem propagar mais informações em relação ao tema na capital. A cerimônia de abertura ocorre nesta quinta, às 18h, no Complexo Cultural da República.  

Este ano, a campanha será desenvolvida pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Departamento de Trânsito (Detran), Polícia Militar (PM) e Corpo de Bombeiros Militar (CBM). Durante a solenidade desta quinta, materiais educativos, demonstração do uso de simuladores e bafômetro serão disponibilizados ao público. Além disso, o evento terá exposição de viaturas dos órgãos de trânsito e veículos antigos.  

O Maio Amarelo faz parte da agenda proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 11 de maio de 2011, mês de referência mundial para as ações em trânsito, com a decretação da Década da Ação para Segurança no Trânsito. O objetivo é integrar o poder público e a sociedade civil, levando à conscientização sobre segurança viária, mobilizando agentes envolvidos na fiscalização, condutores e pedestres, para promover discussões acerca das vias e estradas brasileiras.  

Com 234 mortes a cada 100 mil veículos, o Brasil é o quinto país mais violento no trânsito, de acordo com a ONU. A região fica atrás da Índia, China, Estados Unidos e Rússia. Em relação a motocicletas, a organização aponta que o Brasil é o segundo país com mais mortes, com cerca de sete casos de óbito para cada 100 mil habitantes, perdendo apenas para o Paraguai, que tem 7,5 mortes para cada 100 mil habitantes.  

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