Publicidade

Correio Braziliense

Presa quadrilha acusada de usar imóveis em áreas nobres para aplicar golpes

Os crimes foram praticados em no Lago Sul, nas asas Norte e Sul, no Guará e no Núcleo Bandeirante. Há pelo menos 35 ocorrências contra os criminosos


postado em 11/05/2018 11:34 / atualizado em 11/05/2018 12:06

Quando o entregador ia levar o produto, um dos criminosos, que se vestia de agente penitenciário de Goiás, informava que o pagamento precisaria ser feito em outro lugar(foto: PCDF/Divulgação)
Quando o entregador ia levar o produto, um dos criminosos, que se vestia de agente penitenciário de Goiás, informava que o pagamento precisaria ser feito em outro lugar (foto: PCDF/Divulgação)
 
Agentes da 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina) prenderam sete pessoas acusadas de aplicar golpes em entregadores. Os crimes aconteciam em diversas regiões do Distrito Federal. Nesta sexta-feira (11/5), a operação, batizada de Mamon, resultou no cumprimento de cinco mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão.  

Segundo informações da Polícia Civil, os criminosos pegavam chaves de casas em imobiliárias, com pretexto de que visitariam o imóvel para alugar. Na hora de devolver a chave para o corretor, os bandidos entregavam uma falsa. Depois, voltavam ao imóvel e realizavam compras como ar-condicionado e eletrônicos.  

Quando o entregador chegava para deixar o produto, um dos criminosos, que se vestia de agente penitenciário de Goiás, informava que o pagamento seria feito em outro lugar. Assim que o funcionário da empresa saia, o grupo abandonava o imóvel.  

Os maiores golpes foram realizados em casas no Lago Sul, nas asas Norte e Sul, no Guará e no Núcleo Bandeirante. De acordo com a PCDF, em alguns casos, os entregadores precisaram arcar com os prejuízos.  

Os agentes prenderam o grupo no momento em que os criminosos aplicariam mais um golpe. A investigação durou um mês e identificou 35 ocorrências vinculadas ao bando. 

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade