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Correio Braziliense

Polícia Civil prende comerciantes de termogênicos ilegais no DF

Os produtos eram comercializados em lojas físicas e pela internet. Donos de estabelecimentos e alunos de academia foram alvo da operação


postado em 12/07/2018 10:34 / atualizado em 12/07/2018 20:16

Durante a operação desta quinta-feira (12/7), a polícia apreendeu 210 frascos do produto Slim 3x(foto: Divulgação/Divicom)
Durante a operação desta quinta-feira (12/7), a polícia apreendeu 210 frascos do produto Slim 3x (foto: Divulgação/Divicom)
Agentes da Polícia Civil do Distrito Federal prenderam nove pessoas suspeitas de comercializar termogênicos com substâncias ilegais. Elas foram autuadas por tráfico de drogas. O produto era vendido por frequentadores de academias e donos de estabelecimentos de suplementos alimentares. A operação foi deflagrada nas primeiras horas desta quinta-feira (12/7).  

A ação policial, de responsabilidade da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf), ainda resultou no cumprimento de 27 mandados de busca e apreensão em várias regiões do DF.  

No total, as investigações duraram cinco meses. A apuração policial começou após um cliente denunciar a venda ilegal do produto. Os agentes constataram que os produtos eram comercializados em lojas físicas e na internet. De acordo com a Polícia Civil, a substância clobenzorex, contida nos termogênicos, é proibida de acordo com a lista da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Os policiais apreenderam 210 frascos do produto Slim 3x, encontrados em residências e nas lojas físicas dos envolvidos. Cada frasco do produto era vendido por R$ 180. Além disso, 106 frascos de anabolizantes foram confiscados. Todos os autores foram encaminhados à delegacia responsável pelo caso.  

As prisões e apreensões foram a primeira etapa da operação, segundo o coordenador da Corf, Wisllei Salomão. “Os presos alegam que compravam os produtos de outras pessoas, aqui no Distrito Federal. Contudo, vamos apurar se há fabricantes e um laboratório clandestino por trás de toda a venda ilegal”, diz.

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