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Correio Braziliense

Motorista tenta invadir Palácio do Planalto com caminhonete

Ele foi detido pela Guarda Presidencial, que acionou a Polícia Militar do DF. O motorista apresentava sinais de embriaguez


postado em 09/08/2018 20:00 / atualizado em 09/08/2018 20:18

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Um motorista de 50 anos tentou invadir o Palácio do Planalto com uma caminhonete GM/S10, nesta quinta-feira (9/8). De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o motorista apresentava sinais de embriaguez. 

O homem foi dominado pela Guarda Presidencial, que acionou a PM. Ele não conseguiu entrar no prédio e não houve danos ao patrimônio público. O motorista também se recusou a assoprar o bafômetro e foi conduzido por duas viaturas à sede da Polícia Federal. 

Em julho deste ano, uma outra situação em frente ao Palácio do Planalto mobilizou um caminhão e duas viaturas do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), uma van do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), duas viaturas da PM e duas viaturas do Bope. A suspeita era de uma bomba no local, dentro de uma mala.
 
Após verificação com uso de robô, raio-x e um militar com equipamento especial anti-bomba, as equipes confirmaram que se tratava apenas de uma valise com roupas de adultos e crianças.
 
Na mala havia apenas roupas de adulto e criança(foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Na mala havia apenas roupas de adulto e criança (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
 
Já em junho do ano passado, um adolescente de 15 anos conseguiu driblar a guarita e entrou dirigindo um carro em alta velocidade no Palácio da Alvorada. O veículo só parou dentro do prédio. O presidente Michel Temer não estava no local no momento do incidente.
 
O jovem derrubou o portão e só parou dentro do prédio(foto: Reprodução)
O jovem derrubou o portão e só parou dentro do prédio (foto: Reprodução)
 
A ocorrência fez com que o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) reforçasse a segurança no Palácio. Militares do Exército armados tomaram conta dos portões de entrada e os pinos de segurança, que estavam abaixados no momento do incidente, passaram a ficar erguidos. 

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