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Correio Braziliense

Homem é preso após cometer homicídio e tentar fugir com documentos falsos

A Polícia Civil localizou o acusado em Posse (GO). Ele pretendia fugir para a Bahia


postado em 31/08/2018 22:22 / atualizado em 31/08/2018 22:22

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nesta quarta-feira (22/8), um homem acusado de homicídio após contrair dívida de R$ 6 mil por encomendar e não pagar documentação falsa. Ele atirou cinco vezes contra a vítima, Anderson Rodrigo Teixeira, 36, depois que ele cobrou o dinheiro devido. O autor do crime foi localizado na rodoviária da cidade de Posse (GO), e pretendia fugir para a Bahia. 

Após efetuar os disparos, na chácara Icari, na DF-006, início do Lago Norte, em 14 de maio, o acusado, Cloves de Araújo Alencar, 39, percorreu várias cidades até chegar ao local em que foi encontrado. Ele pegou um ônibus para Planaltina (GO) e seguiu para Formosa (GO), onde dormiu. Depois, seguiu para Alvorada do Norte (GO) e, em seguida, foi para Barreiras (BA), cidade em que ele ficou por volta de 15 dias. De lá, foi até Posse (GO), onde é dono de um lote que pretendia vender. 

Após informações de que se escondia na cidade goiana, a polícia foi até o local para realizar a prisão. Ao ser encontrado, o suspeito foi autuado em flagrante por tentar se passar por outra pessoa e apresentar documentos que não lhe pertenciam. Ele foi encontrado com certificado de reservista e cartão de CPF falsos. 

A arma do crime não foi localizada. Cloves disse à polícia que a teria perdido durante o processo de fuga. 

De acordo com o delegado-chefe adjunto da 9ª Delegacia de Polícia, Henryque Gaudino, o acusado já tinha passagem pela polícia por tentativa de homicídio, tráfico de drogas e lesão pela Lei Maria da Penha. Ele estava cumprindo pena em regime semi-aberto e afirmou estar sendo ameaçado na prisão. Esse seria o motivo pelo qual pediu os documentos falsos, pois queria fugir para a Bahia. 

Cloves responderá por homicídio qualificado consumado, com pena prevista de 12 a 30 anos, e uso de documento falso, com reclusão de de dois até seis anos. 
 
* Estagiária sob supervisão de Mariana Niederauer 

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